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22 de Outubro de 2026

22 de Outubro de 2026, 21h:33 - A | A

POLÍTICA / PROJETO ENCAMINHADO À ALMT

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

Texto prevê protocolos específicos de combate aos grupos e cooperação com forças de segurança nacionais e internacionais.

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Pivetta propõe enquadrar facções como terroristas e estabelecer protocolos específicos de combate.

Pivetta propõe enquadrar facções como terroristas e estabelecer protocolos específicos de combate.

DO REPÓRTERMT



O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) encaminhou à Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (22), um projeto de lei que declara facções criminosas como organizações terroristas em Mato Grosso. Ao anunciar a proposta, o governador prometeu enfrentar os grupos com tolerância zero.

“Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros”, afirmou Pivetta.

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A proposta contempla inicialmente duas facções e permite a inclusão de outras organizações. Os nomes dos grupos não foram informados no comunicado.

O texto prevê que as forças de segurança estaduais possam estabelecer protocolos específicos de combate às facções. Também reforça a cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros estados, considerando que essas organizações atuam além das fronteiras de Mato Grosso.

O envio do projeto ocorre após Pivetta cobrar uma política nacional de enfrentamento ao crime organizado. Conforme o RepórterMT já publicou, o governador defendeu o reconhecimento das facções como terroristas durante o lançamento da Casa 22, em Cuiabá, no último dia 13.

“Para mim são terroristas e nós temos que considerar como tal”, declarou naquela ocasião.

Pivetta também cobrou maior participação do governo federal na proteção da fronteira com a Bolívia. Segundo ele, Mato Grosso assume uma responsabilidade que exige presença da União, reforço na fiscalização e integração entre as forças de segurança.

A proposta ainda precisa ser aprovada pela Assembleia e sancionada para virar lei.

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