VINÍCIUS ANTÔNIO
DO REPÓRTERMT
Políticos de Mato Grosso se pronunciaram pedindo rigor na aplicação da lei após Claudinei da Silva, de 42 anos, ser preso em flagrante na noite desse domingo (7), após matar a própria filha, de 12 anos, em Várzea Grande. O criminoso confessou que apertou o pescoço da vítima até jorrar sangue pelo rosto dela. Em depoimento à polícia, o assassino disse que matou a filha porque pegou o celular dela para ver as mensagens e descobriu que ela estava conversando com um menino pelo Instagram.
A deputada federal, Coronel Ferndanda (PL), disse em nota que "nenhuma criança ou mulher deveria viver sob o medo da violência dentro da própria casa". Para a coronel, "quando aquele que deveria proteger se transforma em agressor, toda a sociedade é atingida".
A congressista também disse que os atos criminosos de Claudinei devem ser punidos com o rigor da lei. Ao comentar o caso, afirmou que o país espera uma resposta firme das autoridades.
"A dor provocada por um caso como este não pode ser tratada como mais um número nas estatísticas da violência", diz trecho da nota.
Na sequência, Coronel Fernanda afirmou defender medidas mais rigorosas para proteger as vítimas desse tipo de crime, que tem se tornado cada vez mais recorrente na sociedade brasileira. Ela também defendeu a criação de mecanismos para impedir que agressores voltem a praticar crimes. "Infelizmente, episódios como esse reforçam a urgência de fortalecer os instrumentos de prevenção, monitoramento e combate à violência contra mulheres e meninas", destacou.
Na conclusão, a nota destaca que é dever do governo e da sociedade agir de forma conjunta para proteger as vítimas e garantir o combate à violência. "Não podemos aceitar que mulheres e meninas continuem perdendo suas vidas para a violência", finalizou.
Já o ex-governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes se colocaram no lugar da mãe da garota ao destacarem que têm uma filha na mesma faixa etária. Em publicação nas redes sociais, lamentaram o crime e também pediram rigor na apuração do caso e na aplicação da lei ao assassino.
"Como pais de uma menina da mesma faixa de idade, podemos imaginar o tamanho da dor e da revolta. Nada trará ela de volta. Mas a Justiça precisa ser feita com rigor máximo ao autor de tamanha covardia que chocou e entristeceu toda a sociedade mato-grossense nesta semana", diz o pronunciamento.













