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Cuiabá, 29 de Agosto de 2025
29 de Agosto de 2025

29 de Agosto de 2025, 15h:46 - A | A

PODERES / INSTITUTO IPCM

Wellington lidera pesquisa para Governo com 30,9%, seguido de Jayme com 13,1% e Pivetta 9,8%

O levantamento foi feito pelo do IPCM Pesquisas e divulgado na terça-feira (26).

FERNANDA ESCOUTO
DO REPÓRTER MT



Na corrida das eleições de 2026 para ocupar o cargo de governador do Estado, o senador Wellington Fagundes (PL) lidera com 30,92% as intenções de voto, na modalidade estimulada. O levantamento foi feito pelo do IPCM Pesquisas e divulgado na terça-feira (26).

Nesta modalidade, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitores, o senador Jayme Campos (União) está em segundo lugar com 13,17%.

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Logo atrás está o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) com 9,83%. O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sergio Ricardo, aparece com 7,92%.

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), chega na lista com 6,92%. Em seguida, a médica Natasha Slhessarenko com 6,50%.

O número de indecisos é bem alto, soma 21,58%. Nulo e branco são 1,41%. Eleitores que não responderam foram 1,75%.

Espontânea

Na modalidade espontânea, quando os entrevistados falam os nomes, sem lista de candidatos, Mauro Mendes aparece com 6,33%. Ele, no entanto, já está no segundo mandato e não pode concorrer ao mesmo cargo.

Wellington Fagundes vem logo atrás com 5,75%, seguido pela deputada estadual Janaina Riva (MDB) com 4%.
Pivetta aparece na lista com 3,5%. O presidente do TCE marca com 1,8%.

Jayme Campos aparece colado com 1,67%. O ex-governador e ex-senador Blairo Maggi também está presente com 1%, assim como Max Russi.

O ex-senador Cidinho tem 0,75% da intenção de votos. Natasha Slhessarenko possui 0,58%.

O número de indecisos é bem elevado com 67,62%. Nulo ou branco e os que não souberam responder chegam a 3%, cada.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto, com 1.200 eleitores, margem de erro de 2,8 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. Por ainda não ser ano eleitoral, não há necessidade de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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