Tonico Pinheiro/Secom-MT

"Mas nós não sabemos o valor de manutenção desse negócio. É só a empresa que fabrica que tem as peças”, pontuou Pivetta.
LUÍZA VIEIRA
KARINE ARRUDA
DO REPÓRTERMT
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou nessa sexta-feira (18) que ainda está em avaliação a substituição do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) por alternativas mais modernas, mas destacou que o BUD (Bonde Urbano Digital) é a possibilidade mais remota. A justificativa está relacionada ao fato de o modal ser mais caro e apresentar riscos após a implementação, como o custo de manutenção, dependência de fornecedor e outras demandas operacionais.
“Não está descartado, não descartamos nenhuma hipótese. Mas é o menos provável, eu diria”, disse ao se referir ao BUD. A declaração foi dada durante evento de lançamento de um pacote de medidas estratégicas de combate à violência contra a mulher, na manhã ddessa sexta, no Palácio Paiaguás.
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O próprio Pivetta já foi entusiasta do BUD e chegou a viajar ao estado do Paraná, no segundo semestre do ano passado, para conhecer de perto a implementação do sistema na Região Metropolitana de Curitiba, que conecta os municípios de Piraquara e Pinhais. Quem também incentivou a mudança foi o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Em viagem à China, em novembro do ano passado, ele sugeriu ao então governador Mauro Mendes (União) e a Pivetta que avaliassem a alternativa.
Segundo o governador, no entanto, o modelo se mostra inviável principalmente pelos prováveis custos elevados de manutenção.
“Ele é bem mais caro. Não é só o custo inicial. Porque Cuiabá merece tudo que há de melhor do governo do Estado. O governo de Mato Grosso deve a Cuiabá. Mas nós não sabemos o valor de manutenção desse negócio. É só a empresa que fabrica que tem as peças”, pontuou ao citar alguns dos fatores que pesaram na análise.
Vale lembrar que entre as mudanças recentes na implementação do modal anunciadas pelo chefe do Executivo está a confirmação de que as áreas que ainda não receberam pavimentação não terão mais piso rígido de concreto, sendo substituído por asfalto (piso flexível), com o objetivo de destravar o cronograma e reduzir custos.
“Têm muitas perguntas sem respostas e quando se vai adquirir um sistema que é o transporte coletivo, nós temos que ter cuidado para ter respostas para todas as perguntas”, finalizou.
Veja vídeo:















cramulhão 19/04/2026
O avaro é o pobre eterno. Economia idiota. Como dizia Joãozinho trinta \"quem gosta de pobreza é rico, pobre gosta de luxo\". Depois não sabe porque perde eleição. Na Capital instale-se o melhor. Trocar concreto por piso de pixe que derrete com peso e sol quente é coisa de gente caínha, tacanha.
Aldo 18/04/2026
Não faz muito tempo venderam o que sobrou do VLT, que por sinal o governo da Bahia já colocou pra funcionar. Inventaram o BRT, que na verdade é uma transporte de merda, ainda nem terminaram a merda do BRT e estão falando em mudar de novo, será que existe gestão séria nisso. Deveria existir uma lei contra esse tipo de desperdício de dinheiro público, aliás isso é uma vergonha.
ANIDELCI SOARES MARQUES 18/04/2026
Descobriram a fórmula pra roubar um pouco de cada vêz. Já vão mecher nessa merda de novo. Nunca veremos esse nodal pronto
3 comentários