Reprodução

A professora Karoliny Cardoso Viegas é acusada de facilitar entrada de celular em presídio em Várzea Grande
VANESSA MORENO
DO REPÓRTERMT
Foi identificada como Karoliny Cardoso Viegas a professora alvo da Operação Insídia, deflagrada hoje (9) pela Polícia Civil para desarticular um esquema envolvendo servidores públicos investigados por facilitar a entrada de celulares e outros itens para integrantes de uma facção dentro do sistema prisional.
Inicialmente, a Polícia Civil disse que ela era contratada da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e atuava em salas anexas de uma escola estadual no Centro de Ressocialização de Várzea Grande, a Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas. Ela teria recebido transferências via PIX realizadas por reeducandos ou por familiares e visitantes cadastrados. A Seduc, no entanto, informou que a investigada pediu exoneração do cargo em março.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Karoliny teve o mandado de prisão cumprido por policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), nas primeiras horas do dia, em uma casa no bairro Parque Atalaia.
Além do mandado de prisão, os policiais apreenderam o celular da professora investigada.
Um policial penal efetivo também foi alvo da Operação Insídia. De acordo com a Polícia Civil, ele cobrava valores entre R$ 7 mil e R$ 10 mil por cada celular levado para a cadeia.
Os servidores são investigados pela prática dos crimes de corrupção passiva continuada, facilitação e intermediação da entrada de aparelhos telefônicos em estabelecimento prisional e associação criminosa.
Ao todo, a Polícia Civil cumpre oito ordens judiciais em Cuiabá. Além dos mandados de prisão preventiva, são cumpridos dois de busca e apreensão, dois bloqueios de valores e duas medidas de suspensão cautelar do exercício das funções públicas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias da Capital.
O cumprimento das ordens judiciais é acompanhado pela Corregedoria da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).
Veja vídeo da prisão de Karoliny Cardoso Viegas:













cabeça 09/09/2026
O NOME DA PROFESSORA PODE SAIR NA MATÉRIA, DO POLICIAL PENAL NÃO?? ALGO DE ERRADO Na sala de justiça....kkkkkk
Cúrio 09/09/2026
Queremos saber o nome do policial, vão protegê-lo?
2 comentários