DAFFINY DELGADO
DA REDAÇÃO
O delegado da Polícia Civil Marcel Gomes de Oliveira disse na tarde desta sexta-feira (27), que a empresária Ana Cláudia Flor, acusada de ser a mandante do assassinato do marido Toni Flor, tentou convencer a família da vítima a matar o executor do homicídio.
Toni foi executado com cinco tiros no dia 11 de agosto de 2020, em frente a uma academia de Cuiabá. Ao todo, cinco pessoas já foram presas por estarem supostamente envolvidas no crime.
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De acordo com o delegado, após a prisão de Igor Espinosa no dia 10, Ana Claudia teria, por várias vezes, falado para a sogra e a cunhada sobre encomendar o assassinato do atirador.
"Isso foi informado pela genitora da vítima, em uma chamada realizada entre ela, a irmã da vítima e a Ana Cláudia, em que Ana Cláudia afirmou várias vezes que seria necessário matar o Igor porque, segundo ela, ele sairia pela porta da frente da delegacia".
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Na manhã desta sexta-feira, a manicure Ediane Aparecida da Cruz Silva, 21 anos, que foi presa durante a terceira e última fase da Operação Capciosa.
Uma acareação foi feita entre todos os presos na sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), onde todos apontaram a empresária como mandante do crime.
Para convencer Igor, Wellington Honório Albino e Dieliton a praticar o homicídio ela prometeu um pagamento de R$ 20 mil para cada um. Entretanto, apenas o atirador recebeu sua parte no combinado.
Apesar de apontada como mandante da morte do próprio marido, Ana Cláudia nega envolvimento e também, que conhecesse os envolvidos.
O inquérito policial deverá ser encerrado nos próximos dias.
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