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27 de Agosto de 2021, 07h:57 - A | A

POLÍCIA / OPERAÇÃO CAPCIOSA

DHPP prende mais uma pessoa envolvida em execução de empresário cuiabano

Toni da Silva Flor foi assassinado em 2020. A polícia aponta a mulher dele como mandante do crime

Reprodução

Prisão foi cumprida pela DHPP

Prisão foi cumprida pela DHPP

DAFFINY DELGADO
DA REDAÇÃO



A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu na manhã desta sexta-feira (27), mais uma pessoa envolvida na morte do empresário Toni da Silva Flor, 38 anos, ocorrida em agosto de 2020, em frente a uma academia em Cuiabá.  

As primeiras informações são de que estão sendo cumpridos um mandado de prisão e dois de busca e apreensão.  As ordens judiciais foram cumpridas durante a 3ª fase da Operação Capciosa. 

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Os trabalhos são coordenados pelo delegado Marcel Gomes de Oliveira, responsável pelas investigações do caso.

Toni foi morto com cinco tiros no dia 11 de agosto de 2020. Até agora cinco pessoas já foram presas, entre elas, a esposa do empresário Ana Cláudia Flor, apontada como mandante do crime.

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 Morte encomendada

De acordo com o delegado, Ana Cláudia, que foi presa no dia 19, teria encomendado o crime por R$ 60 mil, mas teria pago apenas R$ 20 mil para o atirador, Igor Espinosa, que já foi preso. Os outros dois "arquitetos do homicídio" teriam levado um "calote" da acusada.

A autoridade policial revelou ainda que uma das linhas investigadas é de que a mulher tramou a morte do esposo para ficar com a herança.

"A linha da motivação, principal, que a gente chega hoje aqui na DHPP são duas. Uma é que ela tinha amantes e também questões relacionadas à herança. Logo após a morte da vítima os procedimentos de herança já estavam bem adiantados, foi de uma forma muito rápida”, afirmou.

Queima de arquivo

Igor Espinosa, que foi preso no dia 10 de agosto, confessou autoria no assassinato de Toni. Segundo o delegado da DHPP, para promover uma "queima de arquivo", Ana Cláudia tinha o intuito de assassinar Igor depois que ele matasse o marido dela.

"Ela chegou a cogitar matar o Igor, porque ele era a principal pessoa que poderia acusar ela", afirmou o delegado.

Em seu depoimento, Ana Cláudia negou qualquer envolvimento no crime e com os acusados da ação criminosa.

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