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20 de Novembro de 2014, 11h:20 - A | A

POLÍCIA / CUIABÁ VIOLENTA

Corpo é encontrado coberto de cimento e enrolado a lençol; suspeitos são presos

Usuário de drogas foi morto com tijoladas na cabeça. Crime teria sido cometido pelo pedagogo, Josean. Ele confessou ter matado a mando de outra pessoa, mas não divulgou o nome dele.

JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO



O corpo do usuário de drogas Alexandre Alves Coelho, de 31 anos, foi encontrado em uma vala próximo a uma boca de fumo (ponto de venda e uso de drogas), na Rua Pará, do bairro CPA II, por volta das 23h, desta quarta-feira (19). Em seguida, policiais civis conseguiram prender os suspeitos de terem cometido o crime, o pedagogo Josean Devision de Souza, de 37 anos e Murilo de Freiras Correa Ferreira, de 21 anos, também viciados. 

Segundo informações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, a polícia recebeu a informação do próprio Murilo, de onde estaria o corpo de Alexandre, que estava desaparecido desde o último sábado (15).

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Divulgação

corpo

Vítima devia traficante, por isso, teria sido morto

Ao chegar no local apontado pelo suspeito, os policiais não encontraram nada. No entanto, foram até a casa do pedagogo, que confessou o crime e o local certo onde corpo estava.

O corpo foi encontrado já estado de decomposição, enrolado em um lençol e coberto por uma camada de cimento, para não exalar o mau cheiro.  A intenção dos dois criminosos, era de enterrar o cadáver, porém não tiveram tempo.

Aos policiais, Murilo confessou ter apenas carregado o corpo para a vala. Já Josean disse ter atacado a vítima, com golpes de tijolo na cabeça, mas afirmou que teria matado a mando de outra pessoa. No entanto, se recusou a passar a identidade do possível mandante. No interrogatório, ele disse que Alexandre tinha uma dívida de drogas, com o mandante do crime. Por isso, teria sido assassinado.

Os dois suspeitos foram levados a DHPP interrogados indiciados pelo homicídio, mas liberados, já que não tinham sido presos em flagrantes. O delegado Silas Tadeu, chefe da DHPP deve pedir a prisão preventiva dos dois na Justiça.

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