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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo disse que o trabalho entre os poderes deve ser conjunto para que o Estado não entre em caos financeiro.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
Uma das funções que o novo secretário de Fazenda, Rogério Gallo, terá será a negociação dos repasses atrasados dos duodécimos dos poderes. Segundo ele, a busca será para firmar um acordo “factível”, diante da dificuldade financeira do Estado.
“Queremos dizer que nosso respeito ao duodécimo é máximo. Só que nas ‘escolhas de Sofia’ que o governador Pedro Taques [PSDB] tem que tomar, está a decisão de um repasse ou do fechamento de um hospital. Às vezes há a necessidade de tomada dessas decisões”, afirmou Gallo.
Gallo disse que o atual Governo respeita a relação institucional entre os poderes e que tem respeito pelo duodécimo, porém escolhas difíceis devem ser feitas para que os serviços essenciais à população não sejam prejudicados.
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“Queremos dizer que nosso respeito ao duodécimo é máximo. Só que nas ‘escolhas de Sofia’ que o governador Pedro Taques [PSDB] tem que tomar, está a decisão de um repasse ou do fechamento de um hospital. Às vezes há a necessidade de tomada dessas decisões”, afirmou Gallo.
O secretário garantiu que os poderes serão chamados para tratar dos atrasos do duodécimo. A dívida atual do Executivo alcança o montante de R$ 400 milhões, referentes ao ano de 2017.
Em uma crítica à dura cobrança feita pelos chefes do Judiciário e Legislativo, Gallo disse que o trabalho deve ser conjunto para que o Estado não entre em caos financeiro.
“Precisamos nos irmanar nesse momento para fazer com que o Estado não entre no buraco. A quem interessa que Mato grosso entre no caos absoluto e se transforme em um Rio de Janeiro ou Minas Gerais? Não vamos entrar nesse colapso, mas a história do quanto pior, melhor, pode nos levar a isso”, comentou.
De acordo com ele, é necessária uma solução conjunta, respeitando as funções de Estado e a independência dos poderes.
“Esse é nosso compromisso. Vamos encontrar a sensatez, a razoabilidade e construir um acordo que seja factível, não para o Governo, mas para o equilíbrio do Estado”, concluiu.
Na semana passada, Taques jantou com os presidentes da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Justiça, Eduardo Botelho (PSB) e Rui Ramos, respectivamente, e se comprometeu em repassar R$ 40 milhões nos próximos dias. Segundo Botelho, os R$ 10 milhões destinados ao Legislativo serão usados no pagamento de fornecedores.















alexandre 22/01/2018
cortar em 30% os duodecimos e taxar o agronegócio....
Dr Davi 22/01/2018
O governador entrou vislumbrado no governo e foi logo criando despesas sem a respectiva fonte de custeio, como quase 4 mil vagas para a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar. Aumentou os comissionados de 5 para 15 mil, aumentou as DGA S (indenizações pagas aos ocupantes de cargos de confiança). Mas manteve as renúncias fiscais imorais de alguns setores, que durante a campanha havia criticado. Resumindo Silval com um orçamento de 12 bilhões, desvios, ect, fez mais do que o atual governador com 20 bilhões anuais.
2 comentários