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23 de Janeiro de 2018, 19h:04 - A | A

PODERES / ATENDIMENTO REDUZIDO

Taques garante repasse a hospitais filantrópicos, mas não define valores

O governador Pedro Taques explicou que a expectativa é de que os R$ 100 milhões da emenda parlamentar sejam liberados em fevereiro pelo Governo Federal e então se reunirá com os hospitais para acertar os repasses.

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O governador Pedro Taques disse que irá repassar valores aos hospitais filantrópicos do Estado, quando a União liberar a emenda da bancada federal

O governador Pedro Taques disse que irá repassar valores aos hospitais filantrópicos do Estado, quando a União liberar a emenda da bancada federal

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) disse nesta terça-feira (23) que irá repassar valores aos hospitais filantrópicos do Estado, quando a União liberar a emenda da bancada federal, no valor de R$ 100 milhões. Porém, não definiu quanto será repassado a cada unidade.

“Os filantrópicos vão receber quanto? Vamos trabalhar para que recebam à sua necessidade”, declarou o governador, ao ser questionado a respeito da cobrança feita pelas instituições, de que ao menos R$ 33 milhões deveriam ser repassados pelo Executivo estadual.

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Taques explicou que a expectativa é de que os recursos da emenda parlamentar sejam liberados em fevereiro pelo Governo Federal. A partir da chegada do dinheiro é que o governador pretende se reunir com os diretores dos hospitais filantrópicos para definir os valores exatos que serão pagos.

“Nunca o Estado de Mato Grosso deu dinheiro para os filantrópicos. Na nossa administração já repassamos R$ 22 milhões. Todos os hospitais do Estado estão precisando e devemos repassar R$ 67 milhões para os regionais. O restante tem que ir uma parte para atenção básica, outra para os municípios e vamos chamar os filantrópicos para conversar sobre isso”, contou o governador.

Os hospitais filantrópicos estão paralisados há cerca de uma semana. Os Hospitais Santa Casa de Cuiabá, Santa Helena, Hospital Geral e Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis alegam que estão há mais de três meses sem condições de receber mais pacientes e, por isso, mantêm o atendimento mínimo exigido por lei.

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