KAMILA ARRUDA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) aproveitou evento em Várzea Grande, nesta sexta-feira (28), para tratar a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como um erro histórico cometido pela gesrão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que conforme o tucano, "roubava por prazer, como está divulgado na capa dos jornais”.
“Existem algumas pessoas lá que estão criticando o término do VLT, não têm vergonha na cara, porque ajudaram a construir esse rasgo entre Cuiabá e Várzea Grande”, disse.
A declaração de Taques foi em referência aos crimes de corrupção que o ex-governador tem confessado.
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Taques também aproveitou para criticar o posicionamento de alguns aliados do ex-governador Silval Barbosa que defendiam a implantação do novo modal de transporte em Cuiabá e Várzea Grande, e atualmente criticam a retomada das obras.
“Existem algumas pessoas lá que estão criticando o término do VLT, não têm vergonha na cara, porque ajudaram a construir esse rasgo entre Cuiabá e Várzea Grande”, disse.
“Nós precisamos cuidar do dinheiro do povo de Mato Grosso, e é isso que estamos fazendo. Não é possível nós deixarmos R$ 1 bilhão parado, por isso nós estamos trabalhando muito.
Apesar da crítica, o governador afirma que irá trabalhar incansavelmente para garantir a retomada das obras de implantação do VLT, porque o Estado não pode deixar R$ 1 bilhão parado.
“Nós precisamos cuidar do dinheiro do povo de Mato Grosso, e é isso que estamos fazendo. Não é possível nós deixarmos R$ 1 bilhão parado, por isso nós estamos trabalhando muito. O deputado Wilson Santos [secretário de Cidades], juntamente com o procurador Rogério Gallo [procurador-geral] e o corregedor Ciro irão mostrar que é possível fazer uma gestão de qualidade, respeitando o dinheiro publico. Obra parada não e possível”, enfatizou.
Sem consenso a cerca de dois apontamentos feitos pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual sobre a minuta do acordo visando a retomada das obras do VLT, o Governo do Estado e o Consórcio VLT solicitaram à Justiça Federal nesta quinta-feira (27) a dilação de prazo em 30 dias para apresentação de uma nova proposta.
Eles pedem ao juiz federal Ciro Arapirada mais 30 dias para concluir as alterações. Taques afirma que a equipe técnica do Governo do Estado está buscando um consenso que atenda tanto o Executivo, quanto o Consórcio e os Ministérios Públicos.
“A equipe pediu para ao juiz até 30 para concluir a nova minuta. Não sei quanto tempo será deferido por ele. Dos 26 pontos que precisam ser fechados já fechados 24 pontos e estamos nesta conciliação".
















Pardal 28/07/2017
Realmente governador , um bilhão parado não pode ficar, mas quero lembrar que daqui para frente todos são fiscais de obras, onde está acontecendo os maiores erros, deve-se delimitar os projetos, fazendo primeiro os projetos básicos, ou piloto, como : da cidade de VG - Aeroporto para o Centro do Porto, as outras partes devem ser racionalizadas, os engenheiros de obras , sabem o que falei, principalmente nas medições, nos prazos de conclusão e no preço de cobrança das tarifas.
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