CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) defendeu, em Brasília, a Reforma da Previdência, proposta pela União, durante reunião da Executiva Nacional do PSDB, na quarta-feira (7). Segundo ele, caso a medida não seja aprovada, o Brasil poderá quebrar nos próximos anos.
“Se não fizermos a reforma, vamos nos tornar uma Grécia, em dois ou três anos. Isso é fato. Precisamos de uma maior que esta, mas o ótimo é inimigo do bom", declarou Taques.
“Se não fizermos a reforma, vamos nos tornar uma Grécia, em dois ou três anos. Isso é fato. Precisamos de uma maior que esta, mas o ótimo é inimigo do bom e entendo que deve ser algo fechado dentro do PSDB, até porque está na cartilha de fundação do partido”, disse Taques, em discurso na reunião, que contou com a presença das principais lideranças tucanas.
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Para o governador mato-grossense, tanto deputados federais, quanto senadores, não devem pensar no período eleitoral, nem pensar em desgaste político.
“Querer atender e agradar a todos é a melhor forma de perder o que temos. Não adianta falarmos a questão como uma mulher meio grávida, isso não existe. Precisamos ter uma posição", argumentou.
“Querer atender e agradar a todos é a melhor forma de perder o que temos. Não adianta falarmos a questão como uma mulher meio grávida, isso não existe. Precisamos ter uma posição e quem desejar agradar a todos é a melhor forma de perder eleitores”, afirmou.
Taques citou o governador do Paraná, Beto Richa, que fez reformas estruturais no Estado, enfrentou protestos e encerra o mandato com bons índices de aprovação.
“Veja o colega Beto Richa, que fez as reformas necessárias, apanhou mais que vaca em horta como se diz em Mato Grosso e hoje está colhendo o resultado de um trabalho bem feito”, comentou.
Nesta semana, o governador voltou a falar em uma reforma previdenciária no Estado. De acordo com ele, Mato Grosso não terá condições de pagar os aposentados em três anos.
“Precisamos voltar a debater o aumento da alíquota da previdência com os servidores, caso contrário o déficit será de R$ 800 milhões ao ano. Isso é impagável”, pontuou.
















Davi 08/02/2018
O governador aposentou-se ao assumir como político e agora quer que os demais não tenham o mesmo benefício que ele, da mesma forma o Temer, a Dilma, o Sarney, entre outros
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