facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png twitter-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 13 de Julho de 2024
13 de Julho de 2024

20 de Junho de 2024, 17h:08 - A | A

PODERES / 48 ASSINATURAS

Senadores pedem que Congresso tente liberar passaporte de Rosana Martinelli apreendido por Moraes

A senadora teve o documento apreendido pelo ministro Alexandre Moraes devido às investigações dos atos do 8 de janeiro.

FERNANDA ESCOUTO
DO REPÓRTERMT



Um grupo de senadores encaminhou um ofício ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), solicitando a intervenção do Congresso Nacional para liberar o passaporte da senadora por Mato Grosso Rosana Martinelli (PL), que está retido por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

O ato encabeçado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) recebeu 48 assinaturas, entre elas dos senadores mato-grossenses Margareth Buzetti (PSD) e Jayme Campos (União).

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Leia mais: Moraes suspende passaporte e ex-prefeita de MT só descobre na hora do embarque; veja vídeo

Os parlamentares destacam a necessidade de assegurar o respeito à Constituição Federal e a inviolabilidade do mandato da senadora.

Rosana teve o passaporte recolhido por ser investigada por suposta participação nos atos de 8 de janeiro.

Durante o discurso, na posse no Senado, Rosana negou que tenha participado do ato e afirmou que é uma vítima do Supremo Tribunal Federal (STF).

"A título de esclarecimento, diante da repercussão nacional que teve ontem o meu pronunciamento referente a retenção do meu passaporte. Eu nunca estive em Brasília e não participei em atos do 8 de janeiro", disse ela.

"Eu sou uma empresária, final de ano, pagamento dos funcionários para fazer, e ficar nessa situação... Também nem me foi comunicada a questão do passaporte. Eu fiquei sabendo do passaporte no dia em que eu fui fazer uma viagem internacional, porque a Polícia Federal me retirou do embarque. Então, essa falta de esclarecimento, a falta de acesso é o que foi o pior de toda a situação", acrescentou Martinelli, que ocupará por 121 dias o lugar de Wellington Fagundes (PL) no Senado.

Leia mais: Martinelli diz que é vítima de injustiça do STF: "Não participei"

Comente esta notícia

Rogerio sales 21/06/2024

Usando o cargo para uso propio . Mesmo assim continua sendo investigada.

positivo
0
negativo
0

1 comentários

1 de 1