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O secretário da Saúde Municipal de Cuiabá, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho rebate as declarações da classe.
MAJU SOUZA
DA REDAÇÃO
O secretário de Saúde da Capital, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, afirmou que o 13° salário dos médicos já foi pago integralmente e que caso a categoria insista em deflagrar a greve acionará a Justiça.
A declaração ocorreu na manhã desta terça-feira (07) após o Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed-MT) convocar assembleia-geral para quarta-feira (08) sob a alegação de que os plantões de novembro e dezembro de 2019 ainda não foram pagos pela prefeitura, além da falta de condições de trabalho, o pagamento incompleto do décimo terceiro salário e a terceirização dos serviços médicos - clique e veja aqui.
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“Indicativo de greve? Minha especialidade é greve, se eles quiserem ótimo”, afirma secretário de Saúde de Cuiabá.
“Salário está na conta. Médico tem que cumprir sua função, vai lá faz o plantão certinho, cumpre sua jornada corretamente... O 13° foi pago integralmente, houve uma dificuldade com a questão dá insalubridade e um exame deve ser feito”, rebateu o secretário.
Sobre os plantões o secretário explicou que deve pagar o montante na próxima semana. A demora ocorreu, segundo Pôssas, porque um Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (LTCAT) está sendo feito na Secretaria de Saúde para verificar questões como insalubridade, plantões e afins.
“Houve uma conferência porque aumentou [o valor] R$ 1, 5 milhão de um mês para o outro. Devido a isso, houve um estudo por parte da gestão e isso deve estar sendo pago até a semana que vem” argumentou.
“O 13° foi pago integralmente, houve uma dificuldade com a questão dá insalubridade e um exame deve ser feito”, rebateu Antônio Pôssas de Carvalho.
“Indicativo de greve? Minha especialidade é greve, se eles quiserem ótimo”, continuou.
O secretário também criticou o percentual de insalubridade pago pelo Município. Ele desconfia que haja erros nos cálculos.
“Vou programara um exame chamado LTCAT que vai ser realizado dentro de 60 dias no município. Ele vai dispor, até por determinação do Ministério Público, por determinação do Tribunal de Contas, o que é devido e qual o percentual que se deve aos profissionais da área de saúde. Hoje 90% se encontram no nível máximo de 40% [de insalubridade], isso é impossível não existe esse percentual”, argumenta o secretário.
O chamamento foi publicado na última sexta-feira (03), no Diário Oficial do Estado e foi assinado pela presidente do Sindimed, a pediatra Evelyn Hack Bidigaray.














