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25 de Janeiro de 2018, 13h:55 - A | A

PODERES / FAROESTE POLÍTICO

Prefeito muda de endereço após ameaças de morte

O prefeito de Aripuanã, Jonas Canarinho (PR) deixou a casa onde vivia há 18 anos para garantir maior segurança a ele e à família.

RepórterMT/Reprodução

O prefeito Jonas Canarinho registrou um boletim de ocorrência denunciando as ameaças.

O prefeito Jonas Canarinho registrou um boletim de ocorrência denunciando as ameaças.

RAUL BRADOCK
DA REDAÇÂO



Ameaçado de morte por questões políticas, o prefeito de Aripuanã (1.002 Km a Noroeste de Cuiabá), Jonas Canarinho (PR) mudou de casa para garantir maior segurança à família.

As ameaças são investigadas pela Polícia Civil e foram confirmadas ao pela assessoria de imprensa da Prefeitura de Aripuanã.

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Ao , a assessoria informou que as ameaças levaram o prefeito a deixar a casa onde vivia há 18 anos.

“Foi uma decisão tomada para preservar a integridade física do prefeito e da família dele. Também foi registrado um boletim de ocorrência e a Polícia Civil apura a denúncia”, afirmou um assessor.

A medida ocorre um mês após o prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes ter sido assassinado em uma emboscada.

Prefeitos ameaçados

No final do ano passado o presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga declarou à imprensa, que dois prefeitos denunciaram sofrer ameaças de morte

Os casos são investigados pelas forças de segurança do Estado.

Neurilan explicou que ele soube das ameaças após a morte do prefeito de Colniza e revelou as denúncias ao Estado.

Política fatal

Recentemente, a Justiça acolheu pedido liminar efetuado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e determinou o afastamento do vereador por Colniza, Clínio Tomazi. A decisão foi proferida um dia após o MPE ingressar com ação civil pública. Além do parlamentar, também foram acionados a esposa do vereador, Vera Lúcia Dias Tomazi; o empresário Maycon Furlam Requena e as empresas Tomazi Terraplanagem Ltda-Me e Maycon F. Requena Peças ME. 

O grupo é acusado de promover irregularidades em contrato emergencial firmado com a Prefeitura Municipal para prestação de serviços de maquinário, no valor global de R$ 324 mil, violando os princípios da Administração Pública. Também pesa contra o parlamentar a suspeita de envolvimento no assassinato do ex-prefeito Esvandir Antônio Mendes.

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