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O líder do Governo na Assembleia, Dilmar Dal’ Bosco, disse que que pelo menos 15 deputados devem permanecer na base aliada do governador.
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), afirmou que pelo menos 15 parlamentares devem permanecer na base aliada do governador Pedro Taques (PSDB) em 2018.
“Estariam propícios a ficar no bloco de 15 a 16 deputados. O que vieram [na sessão] desta terça-feira vão continuar no bloco, mas estou conversando com cada parlamentar”, resumiu Dilmar.
Caso a informação seja confirmada, o chamado bloco dos independentes, que estava sendo criado por alguns deputados descontentes com a gestão do governador Pedro Taques (PSDB), não deve passar de uma simples ameaça para forçar o tucano a pagar as chamadas emendas impositivas.
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“Estariam propícios a ficar no bloco de 15 a 16 deputados. O que vieram [na sessão] desta terça-feira vão continuar no bloco, mas estou conversando com cada parlamentar”, resumiu o líder do Governo.
A proposta de um novo bloco começou a ser discutida pelos deputados para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostos desvios de recursos dos fundos estaduais.
No entanto, como a criação da CPI foi proposta quando haviam apenas o bloco de situação, o Integração, liderado por Dilmar Dal Bosco (DEM), e o de oposição, o Independente, capitaneado por Janaina Riva (PMDB), a investigação teve que ser composta com integrantes dos dois blocos existentes.
Informações de bastidores dão conta de que o novo bloco iria aglomerar os deputados de oposição Silvano Amaral (PMDB) e até então aliados a Taques, Mauro Savi, Oscar Bezerra (PSB), Guilherme Maluf (PSDB), Romoaldo Júnior (PMDB), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Wancley Carvalho (PV), Adalto de Freitas, o Daltinho (SD), José Domingos Fraga (PSD), Wagner Ramos (PSD), Adriano Silva (PSB) e Baiano Filho (PSDB).
Já no bloco de situação permaneceriam o líder do Governo na Assembleia, Dilmar Dal Bosco, o presidente da Casa, Eduardo Botelho (PSB), e os deputados Leonardo Albuquerque (PSD), Pedro Satélite (PSD), Nininho (PSD), Sebastião Rezende (PSC), Jajah Neves (PSDB) e Saturnino Masson (PSDB).
A oposição continuará sendo liderada por Janaina Riva, ao lado de Zeca Viana (PDT), Valdir Barranco (PT) e Allan Kardec (PT).
O descontentamento com Taques é pontuado pelo não pagamento das emendas impositivas indicadas pelos parlamentares no orçamento de 2017. O Executivo também não honrou o acordo firmado, em que destinaria R$ 50 milhões do Fundo de Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX) para as indicações.














