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O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, acredita que a CPI das Pedaladas terá apenas recomendações para melhorar utilização dos fundos estaduais.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), minimizou os efeitos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Pedaladas, para apurar supostos desvios de fundos estaduais para outras dívidas na gestão Pedro Taques (PSDB).
“Se a oposição está fazendo questionamentos é importante para que se levante tudo que precisa ser esclarecido. Mas, eu não acredito que vá acabar em impeachment do governador”, disse o presidente da Assembleia.
Para Botelho, a investigação “nasceu pela minoria e não tem nada que vá implicar em cassação do governador”.
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“Se a oposição está fazendo questionamentos é importante para que se levante tudo que precisa ser esclarecido. Mas, eu não acredito que vá acabar em impeachment do governador”, disse o presidente da Assembleia.
A CPI foi instalada por deputados de oposição e situação para apurar possível desvio de finalidade dos Fundos da Educação Básica (Fundeb) e do Transporte e Habitação (Fethab) para quitar salários dos servidores públicos, além de outros débitos do Poder Executivo.
Botelho pontuou que as investigações podem culminar em recomendações para que o Executivo otimize a utilização dos recursos dos fundos estaduais.
“Isso sim, eu acho que vai acabar acontecendo”, comentou.
Nesta terça-feira (6), os membros da CPI terão a primeira reunião, após a instalação da comissão. Nela, serão definidas as oitivas e os primeiros convocados a prestar esclarecimentos a respeito dos supostos desvios.
Formam a CPI os deputados Mauro Savi (PSB), presidente, Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), relator, Adriano Silva (PSB), vice-presidente, Alan Kardec (PT), sub-relator, e Guilherme Maluf (PSDB), membro.














