RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
O ex-governador Júlio Campos acredita que o DEM pode fechar oficialmente aliança com o PSDB após o vice-governador, Otaviano Pivetta (PDT), retirar sua pré-candidatura à eleição suplementar ao Senado.
Segundo Júlio, com Pivetta fora do páreo pode haver um consentimento para que o partido esteja no arco de aliança na pré-candidatura do ex-deputado Nilson Leitão (PSDB), que ofereceu a ele a primeira suplência na chapa.
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“Não há nenhuma dificuldade mais, porque o que causava mais dificuldade era a candidatura do Pivetta que é nosso aliado no governo, sendo vice-governador”, disse. O ex-governador disse que o tucano foi o único dos possíveis postulantes à eleição suplementar que colocou à disposição do DEM a vaga de primeiro suplente.
Nesta semana Pivetta anunciou em suas redes sociais a desistência de concorrer ao Senado. Na publicação, o vice-governador disse que se convenceu a continuar ajudando a consertar o Estado.
Os irmãos Campos, Júlio e Jayme, e o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco oficializaram apoio ao pré-candidato Nilson Leitão. A decisão provocou uma crise no partido já que tem uma ala que defendia o projeto de Pivetta e outra, como o governador Mauro Mendes, simpática à possível candidatura de Carlos Fávaro (PSD).
Convenção deve ser decisiva
O presidente do DEM em Mato Grosso, Fábio Garcia disse que apesar da desistência de Pivetta, a divisão entre quem apoiar continua.
Ele comentou que se não houver consenso até o dia 14, a decisão deve ocorrer no voto durante a convenção.
“Nós vamos tentar buscar um caminho comum até a convenção. Se nós não tivermos um caminho único isso será levado para que o diretório do partido decida. Sempre é o diretório do partido que decide com quem o partido vai coligar, então vamos levar isso ao diretório do partido”, destacou.













