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O presidente da Assembleia, Eduardo Botelho pode acionar o governador Pedro Taques pelo não pagamento de emendas.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB) admitiu desavenças com o governador Pedro Taques (PSBD). Mesmo assim, ele acredita que o gestor possa ter uma segunda chance e buscar a reeleição em outubro.
“Temos desavenças, tenho minhas discussões com o governador, vejo que é preciso corrigir alguns rumos na gestão, mas isso não quer dizer que não vou mais apoiá-lo. Ele merece uma segunda chance".
Os desentendimentos com Taques vêm se intensificando nos últimos meses, principalmente, com os constantes atrasos no repasse do duodécimo e com o não pagamento das emendas parlamentares.
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“Temos desavenças, tenho minhas discussões com o governador, vejo que é preciso corrigir alguns rumos na gestão, mas isso não quer dizer que não vou mais apoiá-lo. Ele merece uma segunda chance para dar continuidade nas melhorias que promoveu”, disse Botelho, em entrevista para a Rádio Vila Real.
“É um direito dos deputados e temos que ter essa garantia. Por isso, entrar na Justiça para obrigar o Estado a pagar as emendas é possível, sim”, pontuou o chefe do Legislativo".
Ele concordou que Taques poderá ter problemas para agrupar novamente o arco de aliança, que o elegeu em 2014, porém afirmou que não existe outro candidato e, por isso, os partidos devem ficar unidos.
Um dos apontamentos de Botelho é referente às emendas parlamentares. Segundo ele, do total de R$ 127 milhões que o Governo deveria ter liberado em indicações dos deputados, apenas R$ 6 milhões foram pagos.
“É um direito dos deputados e temos que ter essa garantia. Por isso, entrar na Justiça para obrigar o Estado a pagar as emendas é possível, sim”, pontuou o chefe do Legislativo.
Taques por sua vez, disse não acreditar que Botelho cumpra a ameaça.
“Não acredito em radicalização. Acredito mais no diálogo. Já conversei com Botelho sobre isso e está tudo tranquilo nesse sentido”, afirmou o governador.















Teka Almeida 02/02/2018
Esse sujeito deve fazer parte do bloco "quanto pior melhor", só pode. Pois defender a permanência do PT numa reeleição e o pior ainda trabalhar para sair vitoriosos, no mínimo é um desrespeito não só a inteligência do povo mato-grossense como também as instituições. Ainda bem que candidatos só ganham com o maior numero de votos validos, e o dele num universo de eleitores que já decidiram FORA TAQUES, é um ZERO A ESQUERDA.
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