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29 de Outubro de 2026, 08h:15 - A | A

POLÍTICA / PRISÕES E BUSCAS

Veja nomes dos alvos do TCE na Operação Tomada de Contas desencadeada pela PF

A investigação apura suspeitas de irregularidades na administração de contratos e em pagamentos a servidores da Corte de Contas.

Reprodução

O expediente foi suspenso e os policiais informam aos servidores que estão proibidos de entrar no TCE.

O expediente foi suspenso e os policiais informam aos servidores que estão proibidos de entrar no TCE.

DO REPÓRTERMT



O RepórterMT apurou que os alvos de mandados de prisão cumpridos pela Polícia Federal hpje (29) em Cuiabá, na Operação Tomada de Contas são o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo de Almeida, o consultor jurídico-geral Grhegory Paiva Pires Moreira Maia, a secretária executiva Roseli Loss, o assessor Adriangelo Barros Antunes e os advogados Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke.

A investigação apura suspeitas de irregularidades na administração de contratos e em pagamentos a servidores da Corte de Contas.
Policiais federais fecharam a sede do Tribunal de Contas onde cumprem mandados de busca e apreensão. A reportagem confirmou que um dos gabinetes vasculhados pela PF é do conselheiro José Carlos Novelli.

O expediente foi suspenso e os policiais informam aos servidores que estão proibidos de entrar.

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Foi apurado até o momento que o conselheiro e os advogados terão regime de prisão especial, já os assessores terão regime de prisão comum.

Além das seis prisões preventivas, a operação mobiliza mais de 180 policiais federais para cumprir 26 mandados de busca e apreensão. As medidas foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e alcançam endereços em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Também foram determinadas quebras de sigilo e sequestro de bens.

Leia mais: Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo é conduzido pela Polícia Federal

Segundo a Polícia Federal, há indícios de que contratos eram suspensos para pressionar fornecedores. Os investigadores também apuram possíveis favorecimentos na liberação de recursos públicos e diferenças nos pagamentos feitos a empresas.

Outra frente da apuração envolve movimentações financeiras atípicas de servidores e saques frequentes em dinheiro. A PF busca esclarecer possíveis ligações entre créditos bancários e retiradas realizadas dentro da própria instituição.

Os fatos investigados podem configurar crimes contra a administração pública, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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