NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
“O governador Pedro Taques está consciente desta impopularidade que enfrenta no momento e, como estadista, ele não está preocupado com as próximas eleições e, sim, com as próximas gerações”, enaltece o líder do governo na Assembleia Legislativa, Wilson Santos (PSDB).
“O governador fará o enfretamento necessário, na minha concepção política e histórica, Pedro Taques fará a conclusão da necessária reforma do Estado, iniciada por Dante de Oliveira”, opina Wilson.
O parlamentar fez para o
um balanço, na visão do governista, da crise enfrentada em virtude da greve dos servidores motivada pela cobrança da Revisão Geral Anual (RGA) em 11,28%. Ele acrescentou que outras medidas, também impopulares, como a reforma do Estado, serão adotadas pelo governo.
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Para ele, a questão maior está no processo de transformação que o governo faz. “O governador fará o enfretamento necessário, na minha concepção política e histórica. Pedro Taques fará a conclusão necessária reforma do Estado, iniciada por Dante de Oliveira”, opina.
“Dante iniciou a grande reforma e pagou caro em 2002”, disse o tucano ao relembrar que o seu então colega de partido deixou o governo e logo em seguida foi derrotado na eleição para o Senado.
Para ele, os dois governadores que sucederam Dante (Blairo Maggi e Silval Barbosa, não tiveram a compreensão história e gerencial de que era preciso concluir a reforma se ter um Estado menor, leve e que atraísse investimentos.
A gestão Dante privatizou a distribuidora de energia, liquidou o Banco do Estado (Bemat) e extinguiu empresas da administração indireta, como também Fundação. À época, pelo menos 26 mil servidores foram demitidos. “Dante iniciou a grande reforma e pagou caro em 2002”, disse o tucano ao relembrar que o seu então colega de partido deixou o governo e logo em seguida foi derrotado na eleição para o Senado.
“Este período de Blairo e Silval coincidiu com o crescimento internacional. O que o mundo cresceu de 2003 a 2011 não tem precedente, desde a segunda guerra mundial. Na onda deste crescimento os gestores acabaram abandonando a ideia da reforma”, aponta.
Wilson conta que, ao Taques assumir, se deparou com uma “herança maldita, um Estado atolado em dívida, um terço em dólar”. O governo emprega 97% do que arrecada com custeio da máquina, salários, encargos sociais e pagamentos de dívidas.
Por isso, ele acha necessário adotar medidas, ainda que impopulares. “Tinha dois caminhos: o político ou fazer o que tem que ser feito, quer dizer, assumir todos os desgastes possíveis”, aponta.
Segundo ele, a primeira reforma administrativa implantada por Taques, no início do governo, com o corte linear de 20% do custeio da maquina não foi suficiente. “Pensou que a doença era menos grave”, explica.
O governo encaminha até o próximo mês a segunda parte da reforma para apreciação da Assembleia Legislativa. Mas, antes, vai conversar com os deputados da base.
Segunda reforma
A reforma administrativa vai atingir, principalmente, a administração indireta do Estado, com extinção de autarquias, empresas de economia mista, redução de cargos políticos. Na administração direta, vai extinguir secretarias e a fusão de outras.
















jorge 02/07/2016
A DEPUTADO IDIOTA, ELE E TAO LOUCO PARA APARECER QUE E PROVÁVEL QUE VENDA A ALMA PARA O DIABO. FICO PENSANDO O QUE MAIS FALTA ACONTECER NA POLITICA, UM BANDO DE SEM TER O QUE FAZER SE EMTITULANDO SENHORES DA RAZÃO
alexandre 02/07/2016
pedrinho malvadeza será uma âncora para o PSDB e PSD de mato Grosso, mas os deputados podem ter certeza que estão de orelha em pé em suas bases, devido a rejeição que receberão de seus eleitores, acabou o projeto 2018, talvez sobre um carguinho no STF ou TCE, politicamente acabou com sua carreira.
Olho vivo 02/07/2016
ESTADISTA???????? Esse Galinho é um piadista mesmo. Usando os microfones à disposição ora pra falar merda ora pra praticar stand up comedy.
3 comentários