NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) encaminha para a aprovação da Assembleia Legislativa, até o próximo mês, um projeto de Lei que estabelece a nova política de incentivos fiscais do Estado. A confirmação partiu do líder do governo no Legislativo, deputado Wilson Santos, do mesmo partido.
“Política de incentivos fiscais virou Frankenstein”, compara o parlamentar. Segundo ele, o novo modelo está inserido nas reformas que o governador se propõe a fazer.
Conforme o tucano, a política de incentivos fiscais será mantida, porém, em volumes menores e criando mecanismos de controle rigorosos e diários.
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“Política de incentivos fiscais virou Frankenstein”, compara o parlamentar. Segundo ele, o novo modelo está inserido nas reformas que o governador se propõe a fazer. “De um lado, reduz o tamanho do Estado, ao mesmo tempo moderniza faz uma política austera e organizada por setores produtivos”, explica.
“Não vai ser só para os amiguinhos do governador de plantão, os sócios do governador, os financiadores da campanha de governador, agora, haverá critérios republicanos e transparentes”, salienta Wilson
Ele defende que todos os empresários do mesmo setor recebam o mesmo critério e não da forma que os incentivos fiscais são concedidos hoje privilegiando um grupo em detrimento do outro.
“Não vai ser só para os amiguinhos do governador de plantão, os sócios do governador, os financiadores da campanha de governador, agora, haverá critérios republicanos e transparentes”, salienta Wilson, sem citar nomes, ao criticar indiretamente às gestões dos dois últimos antecessores do Taques.
Além de estabelecer os mesmos critérios por segmentos, o objetivo do governo é dar uma atenção às regiões menos desenvolvidas.
“Esta política faz parte da construção de um Pacto por Mato Grosso, vamos diminuir o tamanho do Estado com a reforma administrativa e diminuir as desigualdades regionais”, contextualiza o líder. “Tudo isso passa pelo diagnóstico da situação real do Estado com todos os atores envolvidos, tomando conhecimento da verdadeira situação econômica e financeira social do Estado”, afirma.
Wilson aponta que o Pacto pede sacrifício a começar pelo governo que está fazendo o dever de casa, diminuindo o tamanho da máquina. “Nós não somos revolucionários, somos reformadores, que significa atingir a mesma meta, com menos efeitos colaterais”, pondera.
















alexandre 03/07/2016
mais incentivos fiscais pra FIEMT e pros barões do agronegócio ?, agora sabemos pra onde foi o calote RGA. sacrifício só do servidor do executivo que ficou sem RGA, quem ganha 30 mil já recebeu em 01/2016.
1 comentários