FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
O suplente de deputado federal, José Augusto Curvo, o Tampinha (PSD), disse concordar com a medida cogitada pelo governador Pedro Taques (PSDB) de decretar estado de calamidade, caso o presidente da República, Michel Temer (PMDB), não reverta recursos para o Estado.
“Eu concordo com o governador em decretar crise para ver se arrumamos pelo menos o básico”, asseverou.
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Tampinha, que exerce também a profissão de médico, assegurou que o setor de saúde em Mato Grosso está passando por uma profunda deficiência desde que a crise financeira afetou o Estado. “Eu concordo com o governador em decretar crise para ver se arrumamos pelo menos o básico”, asseverou.
"O que eu escuto são vários prefeitos pedindo não mais medicamentos, mas sim ambulâncias para transportar os pacientes até Cuiabá na tentativa de salvá-los. Eles [prefeitos] dizem que já estão cansados de pedir remédios e não receber”, frisou.
Ao
, Tampinha ressaltou que o setor de saúde no interior do estado e na própria capital está tão banalizado, que remédios que nunca faltaram antes, como medicamentos para tratamento de hanseníase, tuberculose, hepatite e leishmaniose não estão disponíveis para a população. De acordo com o suplente, que recentemente assumiu a cadeira de deputado no lugar de Victório Galli (PSC), isso faz com os hospitais públicos de Cuiabá fiquem superlotados.“Durante viagens que eu faço pelo interior do estado, o que eu escuto são vários prefeitos pedindo não mais medicamentos, mas sim ambulâncias para transportar os pacientes até Cuiabá na tentativa de salvá-los. Eles [prefeitos] dizem que já estão cansados de pedir remédios e não receber”, frisou.
DÍVIDA DOLARIZADA
Tampinha ainda comentou, que o governador precisa de qualquer forma, reestabelecer as finanças do Estado, mas que ajuizando ações contra o pagamento da dívida do Bank Of América e para barrar a União de aplicação sanções em Mato Grosso não passa de uma medida desesperada e paliativa do tucano. De acordo com ele, o chefe do Executivo terá que continuar depositando o valor da parcela todos os meses, o que gira em torno de pouco mais de R$ 100 milhões, até que o caso seja julgado no mérito.
“Essa ação é uma ação desesperada para tentar equilibrar as finanças do Estado, mas que não vai surtir efeito nenhum, pois o valor terá que ser depositado todos os meses. Ele [Taques] teria que fazer qualquer acordo para tentar esticar o prazo de pagamento ou tentar diminuir a parcela”, sugeriu. No entanto, a ação para se barrar o pagamento é que o Ministério Público Estadual (MPE) suspeita que agentes públicos de gestões passadas tenham recebido propina para poder fazer a negociação de uma divida de mais de US$ 478 milhões (dólares) com o Bank Of America.















Raimundo Nonato 19/09/2016
Pra esse ai, não merece nenhum comentário é pura perda de tempo, se ficar calado de ora em diante já é um grande ganho.
1 comentários