CELLY SILVA
DA REDAÇÃO
Antes de sair de férias por 15 dias, o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), afirmou ao
, que o corte de gastos anunciado na última sexta-feira (8), que prevê a redução de 15% dos servidores contratados e comissionados, além de outras medidas, pode ser ainda maior conforme o 'desenrolar' da crise econômica pela qual passa o país.
“2016 será um ano difícil, um ano em que todas as previsões, as consultorias econômicas, dos bancos e todos nós estamos percebendo na economia brasileira que será um ano de retração econômica, como foi 2015. 2016 talvez seja um pouco pior”, avalia o prefeito.
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Este já é o quarto ajuste feito desde 2015. As medidas de contenção de despesas foram apresentadas pelo prefeito aos secretários do município, em reunião realizada na noite da última quinta-feira (7).
O prefeito explica que o objetivo dos ajustes é adequar a receita à despesa do Município. “2016 será um ano difícil, um ano em que todas as previsões, as consultorias econômicas, dos bancos e todos nós estamos percebendo na economia brasileira que será um ano de retração econômica, como foi 2015. 2016 talvez seja um pouco pior”, avalia o prefeito.
Todas as Secretarias deverão estabelecer metas de contingenciamento, mas as pastas de Saúde e Educação serão priorizadas dentro do orçamento.
Segundo Mendes, os cortes irão atingir o número de pessoal, de serviços e de despesas básicas para evitar que se gaste além da arrecadação e que haja descumprimento no pagamento de servidores e fornecedores. No entanto, projetos que já estão em andamento serão concluídos, de acordo com o prefeito “não dá pra paralisar pelo meio o que já começou”.
O secretário de Assistência Social, José Rodrigues, confirmou que na reunião com o secretariado municipal, ficou estabelecido que projetos como “Novos Caminhos” e reforma do Pronto Socorro não serão afetados. Todas as Secretarias deverão estabelecer metas de contingenciamento, mas as pastas de Saúde e Educação serão priorizadas dentro do orçamento.
Além disso, projetos que não estejam dentro das prioridades do governo municipal, terão que ser avaliadas por um Comitê Econômico formado por cinco secretarias: Fazenda, Planejamento, Gestão, Governo e Comunicação e Procuradoria Geral.









