DO REPÓRTERMT
No dia 8 de junho de 2026, o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, fez declarações polêmicas sobre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante um evento intitulado Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleições, realizado em São Paulo, Bolsonaro insinuou que Lula 'parece' o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções criminosas mais conhecidas do Brasil.
A fala de Bolsonaro ocorreu em um contexto onde ele buscava criticar a gestão de Lula, especialmente em relação a temas de segurança pública. O senador mencionou visitas de figuras ligadas ao tráfico de drogas, como Luciane Barbosa Farias, que é identificada como a 'dama do tráfico amazonense', embora ela tenha negado essa associação. Essas visitas foram feitas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública em 2023.
Além disso, Flávio Bolsonaro também citou a presença de Flávio Dino, que era o ministro da Justiça na administração de Lula, em uma visita ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.
“Parece que ele é o chefe do PCC. Muitas pessoas começam a pensar nisso. Bom, recebeu a dama do tráfico no Ministério da Justiça. O ministro da Justiça do Lula, chamado Flávio Dino, entra numa favela no Rio chamada Complexo da Maré, violentíssima, o berço do Comando Vermelho”, disse Flávio Bolsonaro
Segundo Flávio, Lula perdeu o controle após os Estados Unidos classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas.
“Assim que nós conseguimos essa classificação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas nos Estados Unidos, o Lula ficou louco. Saiu em defesa dessas facções narcoterroristas”, afirmou o senador.
O pré-candidato afirmou que a percepção de que Lula se assemelha ao líder de uma facção criminosa é compartilhada por muitas pessoas. Ele destacou que essa ideia está se espalhando entre a população, o que, segundo ele, é preocupante para a imagem do presidente.
O evento em que Flávio Bolsonaro fez suas declarações foi promovido pelo Grupo Voto e teve como foco as eleições, com a participação de diversas figuras políticas e sociais. A escolha do tema e o tom das falas indicam uma estratégia de campanha voltada para a crítica ao governo atual e a busca por apoio popular.
Enquanto isso, o governo Lula não se manifestou oficialmente sobre as acusações feita. A expectativa é que a situação continue a ser um tema de debate nas próximas semanas, à medida que a corrida eleitoral se intensifica.













