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Dilmar teve o gabinete revistado e alguns equipamentos, como computador e celular, apreendidos para análise.
FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
O deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (DEM), alvo da operação Theatrum da Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (18), garantiu que seu envolvimento nisso não irá manchar seu relacionamento com o Executivo estadual. Ele foi chamado à sede da PF para prestar esclarecimentos sobre irregularidades relacionadas com assentamento de terras do Incra, envolvendo políticos, fazenderiros e servidores do órgão.
“Acho que não tem nenhum problema quanto a isso, até porque não tem nada a ver o caso, pois eu consigo provar que não tenho qualquer envolvimento, atestado, inclusive, pelo próprio Incra”, disse o parlamentar ao deixar a sede da PF, em Cuiabá.
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Acho que não tem nenhum problema quanto a isso, até porque não tem nada a ver o caso, pois eu consigo provar que não tenho qualquer envolvimento, atestado, inclusive, pelo próprio Incra
Ele acredita que, por supostamente, não ter qualquer tipo de envolvimento, não teria motivos para deixar a liderança do governo. Diante do fato o governo, por meio de sua assessoria, disse que não irá se pronunciar sobre o assunto.
Dilmar acredita que pode ter sido arrolado no caso porque é presidente da Frente Parlamentar de Reforma Agrária da Assembleia Legislativa. Sobre a suspeita de que esquema teria sido tratado com autoridades do Incra em Brasília, Dilmar explicou que apenas participou de audiências públicas sobre o tema investigado por ser membro da Frente Parlamentar e que não teria qualquer propriedade ou poder em ações do gênero.
O caso apura um esquema de “compra” de fiscalização com resultado previamente acertado em favorecimento de terceiros para regularização de assentamentos. O esquema, investigado pela PF, fez desencadear a Operação Theatrum que cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e condução coercitiva em Cuiabá , Sinop , Diamantino, Itanhangá, Ipiranga do Norte , Planaltina (DF) , Guaíra (PR) e Belo Horizonte (MG).
Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde tramita o inquérito, em virtude de alguns investigados possuírem foro por prerrogativa de função, ou seja, por terem cargos eletivos.
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Mteus 18/10/2016
É.., o Senhor Perminio Pinto, também falou que não tinha nada haver com isso, mas ta lá mofando no fundo da cadeia junto com Silval. N a verdade, ja caiu por terra o discuso do atual governo pedro Taques, de que só o lado de lá é que tem......... aos pouco a casa ta caindo, e os discurso deste pessoal do PSDB, são os mesmo " não tenho nada com isso, não é comigo, não tem nada provado, são apena suspeita, mas, quando é com os pessoal do PMDB assim todos são culpados todos são ladrão eles roubaram o Estado. Que coisa feia. E o eleitor fica por aí boiando sem saber das verdades e acaba votando no WS por que é amigo " " do governador.
1 comentários