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13 de Novembro de 2016, 15h:30 - A | A

POLÍTICA / "ESTOU PRONTO PRA BRIGA"

Antônio Joaquim diz que deixa TCE em 2017 e tenta cargo eletivo em 2018

O presidente do TCE-MT disse que, quanto mais o pressionam para ficar, mais ganha fôlego para disputar um cargo.

RpMT

Ele preferiu não dizer qual partido estaria sondando para uma filiação

Ele preferiu não dizer qual partido estaria sondando para uma filiação

FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO



O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antônio Joaquim, mandou um recado dizendo que não irá ceder à pressão sobre sua decisão de abandonar a carreira no órgão de contas no próximo ano para ingressar novamente na vida pública com cargo eletivo. Joaquim estaria sendo pressionado a utilizar o cargo para fomentar sua projeção política na eleição de 2018 a uma disputa para o Legislativo ou Executivo.

“Eu quero dizer às pessoas que se preocupam com isso [de ser candidato a um cargo eletivo] que eu jamais vou utilizar o TCE de forma indevida. Enquanto eu estiver na Presidência do TCE eu não posso militar politicamente. Não vou usar o TCE, pois sou honesto e de mãos limpas. Não adianta me pressionar”, disse Joaquim durante o evento que reuniu prefeitos eleitos dos municípios do interior de Mato Grosso promovido pelo órgão.

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"Enquanto eu estiver na presidência do TCE eu não posso militar politicamente. Não vou usar o TCE, pois sou honesto e de mãos limpas. Não adianta me pressionar”.

Ele disse que sua escolha é por conta de uma decisão própria e deu a entender que após deixar o órgão a tendência é que já comece uma forte articulação. Embora tenha expressado a vontade de disputar uma eleição, Joaquim salientou que ainda não escolheu uma data fixa para abandonar o cargo vitalício.

Conforme consta no portal do TCE, o salário de um conselheiro é de R$ 30,4 mil sem contar com subsídios de gratificação de R$ 3.291,89 de direção para presidente, R$ 4.377,73 de auxílio moradia, R$ 503,03 de auxílio-alimentação e R$ 20.511,83 de verba de natureza indenizatória, relativa às atividades de Controle Externo.

A informação de que ele deixaria o cargo fez com vários partidos se movimentassem no sentido de traze-lo para a legenda. O PMDB, sigla ao qual já foi filiado, teria sido um dos primeiros a disputa-lo na intenção de tentar novamente o comendo do Estado. Existe a informação de que o PTB, de Chico Galindo, também estaria no páreo.

O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, elogiou a postura do presidente e disse que ele teria envergadura suficiente para conquistar um cargo. Taques destacou que se encontrou há alguns meses com Joaquim, na presença do governador Pedro Taques (PSDB), e disse que “a experiência que ele tem como gestor público por si só autoriza a ele vir engrandecer o debate político”. “Conselheiro fazemos votos que o senhor venha [para a política]”, disse o secretário em referência ao que havia dito na oportunidade do encontro.  

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Estenio Alcantara de Mello 14/11/2016

Será que o nosso amiguinho aí também não vendeu sua vaguinha no TCE não? Duvido que não...

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1 comentários