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13 de Outubro de 2026

13 de Outubro de 2026, 07h:00 - A | A

POLÍTICA / EMBATE ENTRE PODERES

Abilio sobre STF: Ativismo político chegou a um nível que a população não admite

Chefe do Executivo cobrou respeito ao processo eleitoral, criticou a atuação da Justiça e denunciou perseguição seletiva contra aliados.

RepórterMT

Abilio e a primeira-dama, Samantha íris, durante a votação nas eleições 2026.

Abilio e a primeira-dama, Samantha íris, durante a votação nas eleições 2026.

ANA ADÉLIA JÁCOMO
VANESSA MORENO
DO REPÓRTERMT



O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), disse que o ativismo político dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a um nível que a população não admite. O chefe do Executivo conversou com a imprensa e defendeu veementemente que haja uma separação estrita entre os poderes, cobrando que o Judiciário respeite o processo eleitoral e mantenha a isenção sem atuar de forma partidária ou política.

Durante a entrevista, Abilio cobrou postura da Justiça Eleitoral e do próprio STF, afirmando que a intromissão em questões políticas ultrapassou todos os limites aceitáveis. A declaração foi dada após votar na Escola Estadual José de Mesquita, localizada no bairro Porto, em 4 de outubro.

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"Eu acredito que o ativismo político dentro da esfera judicial chegou a um nível que a população não admite. A gente quer que haja separação entre os poderes e quer que os poderes respeitem o processo eleitoral. O poder judiciário não pode invadir a competência de manifestação política partidária, não pode agir como um interessado partidariamente ou politicamente no processo eleitoral. Ele deve ser isento desse processo", declarou.

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O prefeito também apontou o que classificou como perseguição política e seletiva no âmbito da Justiça. Ao exemplificar com restrições e bloqueios impostos a perfis de aliados, como o caso do candidato ao Senado José Medeiros, ele afirmou que as decisões demonstraram claro viés de favorecimento a adversários.

"Nós tivemos atos inimagináveis praticados aqui pela justiça eleitoral. Só depois dessas eleições para a gente ver o que vai sobrar da nossa justiça. Há uma perseguição de alguns ministros contra o Medeiros, isso é claro. Há uma perseguição seletiva", alfinetou.

Veja o vídeo:

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