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PM relatou depredação durante a dispersão da manifestação, remover pichações e reparar danos exige trabalho de quem mantém o transporte funcionando.
DO REPÓRTERMT
O discurso de defesa da classe trabalhadora encontrou uma contradição na Avenida Paulista, pichações e relatos de depredação em acessos ao metrô após a manifestação pró-Lula deste domingo (11). Segundo a Polícia Militar, houve danos a portas e grades na estação Consolação.
Para os responsáveis pelo vandalismo, a manifestação acaba e a sujeira fica. Remover tinta e recuperar estruturas exige serviço de outros trabalhadores, justamente a categoria que o discurso político afirma defender.
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O patrimônio atingido também serve a quem depende do transporte público para chegar ao emprego e voltar para casa. Respeitar essas pessoas inclui cuidar dos espaços que elas utilizam diariamente.
Defender trabalhador no discurso é fácil. Respeitar seu trabalho exige responsabilidade também depois que os palanques são desmontados.








