Cuiabá, 12 de Outubro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
12 de Outubro de 2026

12 de Outubro de 2026, 21h:24 - A | A

POLÍTICA / HORÁRIO ELEITORAL

TSE alega erro técnico após propaganda de Flávio Bolsonaro ir ao ar sem som

Programa de Lula teve áudio normal; tribunal anunciou que a peça do candidato do PL será reexibida.

Divulgação

Flávio Bolsonaro questionou a falha que deixou sua propaganda eleitoral sem áudio na televisão.

Flávio Bolsonaro questionou a falha que deixou sua propaganda eleitoral sem áudio na televisão.

DO REPÓRTERMT



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atribuiu a um problema técnico a transmissão sem áudio da propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, nesta segunda-feira (12). A peça foi exibida no bloco das 13h. Na sequência, o programa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi ao ar com som normalmente.

Segundo o tribunal, os áudios dos dois programas não foram carregados durante a finalização dos arquivos. A equipe, porém, conseguiu corrigir o problema antes da exibição da propaganda de Lula. O TSE informou que o material de Flávio também foi corrigido e será reexibido.

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

A falha ocorreu no Pool de Mídias, grupo de emissoras responsável por receber os programas das campanhas e gerar o sinal distribuído às televisões de todo o país. A estrutura funciona na sede do TSE, em Brasília.

Em nota conjunta, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral) confirmaram que o arquivo enviado pela campanha de Flávio foi recebido em perfeitas condições. As entidades atribuíram a ausência de som a um problema no processamento do material.

Flávio reagiu nas redes sociais e questionou a diferença entre as transmissões. “Eles acham que vão calar minha voz. Mas não vão calar, não vão conseguir, não adianta”, afirmou. O candidato sugeriu que o episódio teria sido proposital, mas não apresentou provas de interferência deliberada.

Comente esta notícia