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Cuiabá, 18 de Julho de 2024
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16 de Novembro de 2017, 20h:35 - A | A

POLÍCIA / FUGA EM MASSA

Secretário reconhece falha no sistema prisional e promete concurso público para sanar

Como medida, o secretário de Justiça Emanuel Flores anunciou que um concurso público para agentes prisionais está em andamento para ser homologado no dia 9 de fevereiro de 2018.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O secretário interino de Justiça e Direitos Humanos, Emanuel Flores reconheceu, na tarde desta quinta-feira (16), que a fuga de 34 presos da Cadeia Pública de Poconé (a 104 quilômetros da Capital), na noite de quarta-feira (15), ocorreu por falhas estruturais que serão sanadas.

O secretário destacou que a realidade do sistema prisional de Mato Grosso não é diferente dos demais estados, no entanto, algumas unidades servem como referência para o restante do país.

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“A realidade não é diferente das demais unidades do Brasil e, inclusive, temos até algumas unidades que foram referência em visitas da Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça, como a de São Felix do Araguaia. O caso de Poconé foi pontual. Claro, falhas ocorreram e nós vamos saná-las; por isso, estamos com equipes para traçar um plano de segurança nas unidades”, garantiu o secretário. 

Como medida, o secretário anunciou ainda, que um concurso público para agentes penitenciários está em andamento que deverá ser homologado no dia 9 de fevereiro de 2018.

“Nós estamos fazendo um planejamento, vendo as unidades onde há um menor número de servidores para que possamos dar um apoio. Às vezes as unidades são pequenas e precisam de um realinhamento ou procedimento”, argumentou Emanuel Flores.

Sobre as fugas registradas no Presídio da Mata Grande e da cadeia de Poconé, o secretário de Segurança Pública do Estado, Gustavo Garcia, afirmou que 150 policiais trabalham na recaptura dos presos em Poconé e 70 em Rondonópolis.

“O nosso sistema de inteligência vem monitorando e vem realizando suas atividades de forma sigilosa, como próprio da natureza. Muitos fatos são evitados porque nós agimos de forma proativa, mas existem fatos extraordinários que muitas vezes surgem pela circunstância natural por causa da situação de risco. Quando a atividade de inteligência não consegue identificar, a nossa resposta operacional é efetiva e tem sido dada como ocorreu na Mata Grande", declarou Gustavo.

 

 

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Joseagepen 16/11/2017

Totalmente sem noção esse secretário adjunto, vem prometer o concurso que ninguém sabe quando vão nomear os aprovados, aproveita e explica a situação das viaturas do sispen retidas na oficina por falta de pagamento

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1 comentários

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