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06 de Julho de 2023, 07h:19 - A | A

POLÍCIA / DOCE AMARGO

Polícia caça traficantes que abasteciam baladas cuiabanas com LSD, loló e ecstasy

Investigações identificaram sete homens e duas mulheres ligados ao tráfico de cocaína e drogas sintéticas em baladas de Cuiabá e Várzea Grande.

Polícia Civil

DRE deflagrou segunda fase da Operação Doce Amargo nesta quinta

DRE deflagrou segunda fase da Operação Doce Amargo nesta quinta

JOÃO AGUIAR
DO REPÓRTER MT



A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (06), a 2ª Fase da Operação Doce Amargo para cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão domiciliar contra traficantes de drogas sintéticas, que atuam em Cuiabá e Várzea Grande.

De acordo com a assessoria da Polícia Civil, a ação é da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Dentro os mandados, três ordens de prisão são cumpridas dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), sendo duas delas, contra alvos presos em flagrante em ações anteriores da DRE.

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A primeira fase da operação foi deflagrada em março de 2022 tendo como base investigações da DRT, que identificaram traficantes envolvidos com o tráfico de drogas sintéticas como ecstasy, MDMA, LSD, popularmente conhecidos como “bala”, “roda” e “doce”, além de outras substâncias como “loló”, lança-perfume ou clorofórmio.

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As investigações continuaram e a polícia identificou um vínculo entre um dos presos na primeira fase (que continua preso), e outros envolvidos no comércio de drogas especialmente na vida noturna da Capital e Várzea Grande. Entre os identificados estão sete homens e duas mulheres.

Uma das mulheres investigadas é vinculada diretamente ao traficante preso. Pouco depois da deflagração da primeira fase, ela acabou presa em flagrante em Chapada dos Guimarães, em posse de mais de 20 comprimidos de ecstasy e diversos pontos de LSD. Atualmente ela responde em liberdade pelo crime, sem tornozeleira eletrônica.

Entre os alvos da segunda fase da operação, está um casal, que já tinha sido preso em flagrante em outra operação da DRE, Operação Doce Onda, deflagrada em outubro de 2022. Os trabalhos desta operação auxiliaram outras investigações anteriores fortalecendo a presente, nos vínculos associativos entres os investigados, em especial com o traficante preso.

Ao todo, a Polícia Civil empregou 45 policiais civis para o cumprimento das ordens judiciais, sendo a DRE apoiada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gerência de Operações Especiais (GOE), Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz).

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