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Em nota divulgada no sábado (8), ele classificou o conteúdo como difamatório e calunioso.
DO REPÓRTERMT
O delegado de Polícia Civil Bruno França Ferreira negou a veracidade das mensagens e áudios atribuídos a policiais da Divisão de Combate a Homicídios da Delegacia Municipal de Sorriso (a 398 km de Cuiabá), em Mato Grosso, que passaram a circular na última sexta-feira (6). Em nota divulgada no sábado (8), ele classificou o conteúdo como difamatório e calunioso, afirmando que o material foi editado de forma dolosa ou retirado de contextos jocosos, com o objetivo de deslegitimar o trabalho da Polícia Judiciária Civil no combate ao crime organizado.
As mensagens foram extraídas de um celular institucional furtado da Delegacia de Sorriso em outubro de 2025 e revelam diálogos que mencionam forja de flagrantes, simulação de confrontos com mortes, uso ilegal de aplicativos espiões e abusos contra pessoas presas. O material veio à tona após a prisão do investigador Manoel Batista da Silva, de 52 anos, acusado de estuprar uma mulher que estava detida na unidade policial do município. As conversas teriam ocorrido em um suposto grupo interno de mensagens intitulado “DHPP/Assuntos Oficiais”, usado por policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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Segundo o delegado, desde o furto do aparelho surgiram publicações que buscam induzir a falsas conclusões sobre supostos comportamentos ilícitos de policiais, especialmente em relação ao tratamento de presos e a mortes por intervenção de agentes do Estado. Ele afirmou que as alegações são “inexistentes e absurdas” e que prints originais já teriam sido periciados, demonstrando a ausência de ilegalidades.
“Tais publicações são alicerçadas em materiais dolosamente editados ou retirados de contextos jocosos, a fim de induzir à falsa conclusão de que existem comportamentos ilícitos por parte dos policiais desta unidade, especificamente no tratamento a presos e mortes por intervenção de agente do Estado. As alegações supracitadas são inexistentes e absurdas, conforme demonstrado por alguns prints originais – e já periciados – enviados anexos”, diz trecho da nota.
Na nota, Bruno França ressalta ainda que, ao longo de nove anos de atuação, a Divisão de Combate a Homicídios da Delegacia de Sorriso jamais se envolveu em confronto policial, enfatizando que não há registro de mortes decorrentes desse tipo de intervenção pela unidade.
O delegado também declarou que denúncias de maus-tratos a custodiados, atribuídas a integrantes de uma facção criminosa específica, foram investigadas e já formalmente apuradas pelo Ministério Público de Mato Grosso, no exercício do controle externo da atividade policial, e arquivadas por serem consideradas caluniosas. Conforme a nota, alguns dos denunciantes chegaram a ser indiciados ou investigados por denunciação caluniosa.
“Ademais, todos os falsos relatos de maus tratos à custodiados – sempre realizados por membros de uma facção criminosa específica – foram investigados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso no exercício do controle externo da atividade policial e arquivados por se mostrarem caluniosos. Enfatiza-se, inclusive, que seus noticiantes foram indiciados, ou são investigados, pelo crime de denunciação caluniosa. A publicação ou o repasse de tais materiais se apresenta como ferramenta de promoção e proteção do crime organizado e ataca, de forma ilegal e injusta, a honra objetiva e subjetiva dos policiais desta unidade.”
Por fim, a delegacia informou que o material original foi entregue voluntariamente à Corregedoria-Geral da Polícia Civil e ao Ministério Público, colocando-se à disposição para esclarecer qualquer publicação ou conteúdo divulgado, com o objetivo de demonstrar sua suposta falsidade formal ou material.
“Informa-se que o material original já foi, de forma voluntária, integralmente disponibilizado à Corregedoria Geral da Polícia Civil bem como ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso para que não reste dúvida alguma a respeito da legalidade da atuação dos policiais. Desde já esta Delegacia de Polícia se coloca à disposição para esclarecer qualquer publicação ou material veiculado, no intuito de demonstrar sua falsidade formal ou material.”
Leia nota na íntegra:
A Corregedoria-Geral da Polícia Civil apura a autenticidade dos prints, o contexto das conversas e eventual desvio de conduta de policiais mencionados no material.
Como se sabe, a divisão de combate a homicídios da Delegacia Municipal de Sorriso/MT teve um aparelho celular furtado no mês de outubro de 2025. Iniciaram-se então diversas publicações com intuito difamatório e calunioso que têm a finalidade de deslegitimar o trabalho realizado pela Polícia Judiciária Civil no combate ao crime organizado.
Na ocasião, foi esclarecido se tratar de material não verídico. Ocorre que, oportunamente após a prisão de um investigador de polícia, as publicações começaram a se repetir de forma exponencial.
Tais publicações são alicerçadas em materiais dolosamente editados ou retirados de contextos jocosos, a fim de induzir à falsa conclusão de que existem comportamentos ilícitos por parte dos policiais desta unidade, especificamente no tratamento a presos e mortes por intervenção de agente do Estado. As alegações supracitadas são inexistentes e absurdas, conforme demonstrado por alguns prints originais – e já periciados – enviados anexos.
Ressalta-se que em nove anos de existência, a divisão de combate a homicídios da delegacia de Sorriso/MT jamais se envolveu em confronto policial algum. Absolutamente nenhum!
Ademais, todos os falsos relatos de maus tratos à custodiados – sempre realizados por membros de uma facção criminosa específica – foram investigados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso no exercício do controle externo da atividade policial e arquivados por se mostrarem caluniosos.
Enfatiza-se, inclusive, que seus noticiantes foram indiciados, ou são investigados, pelo crime de denunciação caluniosa. A publicação ou o repasse de tais materiais se apresenta como ferramenta de promoção e proteção do crime organizado e ataca, de forma ilegal e injusta, a honra objetiva e subjetiva dos policiais desta unidade.
Informa-se que o material original já foi, de forma voluntária, integralmente disponibilizado à Corregedoria Geral da Polícia Civil bem como ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso para que não reste dúvida alguma a respeito da legalidade da atuação dos policiais. Desde já esta Delegacia de Polícia se coloca à disposição para esclarecer qualquer publicação ou material veiculado, no intuito de demonstrar sua falsidade formal ou material.
Sorriso/MT, 08 de fevereiro de 2026.
BRUNO FRANÇA FERREIRA
Delegado de Polícia Civil
























Patria 09/02/2026
Onde há fumaça há fogo.
Divina Aparecida Costa 09/02/2026
Então se tem situações que são falsas tem que ser investigado e culpados(s) punido ja que sabemos que abuso de autoridade as vesez acontecem, ou um delegado também pode fala que são falsas pra tentar diminuir o fato de que um comandante não está sabendo comandar seus subordinados.
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