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19 de Dezembro de 2017, 10h:43 - A | A

PODERES / DINHEIRO PARA SAÚDE

Taques volta a Brasília para cobrar R$ 100 milhões destinados por parlamentares de MT

Os recursos, segundo o governador Pedro Taques, serão utilizados no custeio dos hospitais regionais e unidades de saúde.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) volta a Brasília nesta terça-feira (19) para tentar “destravar” os R$ 100 milhões provenientes de emenda parlamentar da bancada federal, que serão utilizados na Saúde Pública.

“Estou indo à Capital Federal para tentar trazer estes R$ 100 milhões da emenda que nossos deputados e senadores entenderam ser muito importante para garantir a manutenção da Saúde Pública do Estado”, disse Taques.

“Estou indo à Capital Federal para tentar trazer estes R$ 100 milhões da emenda que nossos deputados e senadores entenderam ser muito importante para garantir a manutenção da Saúde Pública do Estado”, disse Taques.

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Os recursos, segundo ele, serão utilizados no custeio dos hospitais regionais e unidades de saúde. Em maio, a dívida do Estado com a Saúde alcançou o valor de R$ 162 milhões. O Governo conseguiu quitar o débito, porém, em agosto, os repasses voltaram a atrasar.

Taques pontuou que além dos recursos da emenda, parte dos R$ 496 milhões, provenientes do Fundo de Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX), também serão utilizados para regularizar os repasses da Saúde.

“O FEX ainda não foi liberado, porque o presidente Michel Temer [PMDB] esteve mal de saúde nos últimos dias e não sancionou a lei. Nesta ida à Brasília também buscaremos saber quando será possível que a Secretaria Nacional do Tesouro (STN) libere estes recursos”, comentou o governador.

Na segunda-feira (18), ele e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB) acertaram que o Estado repassará R$ 80 milhões para a compra dos equipamentos do novo Pronto-Socorro, através de convênio.

O convênio foi acordado para garantir que a emenda da bancada federal fosse repassada em sua totalidade ao Estado. O Município ficará responsável pela licitação e o acordo deve ser firmado em janeiro.

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