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O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues, protocolou na tarde desta quarta-feira (31) o pedido de impeachment contra o governador Pedro Taques.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues, protocolou na tarde desta quarta-feira (31) o pedido de impeachment contra o governador Pedro Taques (PSDB).
A justificativa do sindicalista é de que ao atrasar os repasses do duodécimo dos poderes, principalmente do Judiciário, Taques teria cometido “crime de responsabilidade”, uma vez que não houve nos últimos anos, segundo Rodrigues, a “caracterização da justificativa da ‘frustração de receitas’” pelo Estado.
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O não repasse dos duodécimos também “ameaçou gravemente o livre funcionamento e a separação dos demais poderes”, “razão pela qual sugere-se a expedição de recomendação à Assembleia Legislativa para que avalie a conveniência de instauração de respectivo e eventual processo de impedimento contra o governador”.
“O que se tem notícia é de que o diálogo institucional foi tentado a ser realizado, porém sem qualquer perspectiva prática de que se tenha chegado a uma solução da regularização do respeito da independência entre os Poderes”, afirmou o presidente do Sinjusmat, em trecho do documento.
Na terça-feira (30), o presidente do sindicato já havia ingressado com pedido de bloqueio de R$ 250 milhões dos cofres do Estado pelos atrasos nos repasses. O processo tramita na Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular.
Segundo ele, a decisão de pedir o bloqueio do montante se deu após declarações do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Rui Ramos, que afirmou que Comarcas poderiam ser fechadas em Mato Grosso por falta de verba para manter os locais em funcionamento.
Rosenwal afirmou que isso seria um retrocesso para os servidores e para a população de Mato Grosso.
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Ricardo Ramos 31/01/2018
Gostaria de perguntar ao senhor Rosenwal Rodrigues o porque do sindicato não ter visto as roubalheiras e os desvios do dinheiro público durante os anos da administração do senhor Sinval e de alguns dos seus secretários. Foi omisso, submisso ou estava hibernando? Inclusive deveria abrir os olhos dos colegas servidores desta importante classe de trabalhadores do que estaria acontecendo com os cofres do Estado. Quem sabe estes pressionassem os seus superiores para estancar a sangria desatada. Assim como os "auditores" do TCE, vocês da justiça não viram nada.
1 comentários