RepórterMT/Reprodução

Presidente nacional do PSDB, José Geraldo Alckmin, autorizou o PSDB de Mato Grosso a pagar contas da campanha de Pedro Taques.
MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) deixou um total de R$ 2,3 milhões em dívidas de sua campanha eleitoral neste ano. Ele não se reelegeu e também não dispõe dos recursos para quitar os valores. A direção nacional do partido, representada pelo ex-governador de São Paulo José Geraldo Alckmin, irá arcar com as despesas.
“O presidente Alckmin autorizou o PSDB a pagar, porque eu não tenho dinheiro para pagar”, disse Taques na sexta-feira (07) ao ser questionado sobre os valores restantes.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
A campanha do tucano em Mato Grosso contratou despesas em um total de R$4.802.712,64. Destes, apenas R$2.486.175,00 foram quitados até a prestação de contas.
De um total de R$ 2,5 milhões recebidos por meio de doações eleitorais, a direção nacional do PSDB já havia sido a maior responsável pelo caixa de Taques, tendo direcionado R$ 1,5 milhão.
Os maiores doadores pessoa física ao governador foram Orlando Polato, com R$ 200 mil, Carlos Ernesto Augustin, com R$ 105 mil, Ademir Rostirolla, com R$ 75 mil, e Cleto Webler, com R$ 50 mil.
Entre os gastos, a Mokey Filmes, produtora responsável pela criação dos materiais de rádio e televisão da campanha do tucano, foi contratada por R$ 933 mil. A MT 360 Consultoria e Comunicação Ltda foi contratada por R$ 700 mil, o escritório Ferreira e Silveira foi contratado por R$ 400 mil, e a Opinião Assessoria e Consultoria Contábil, por R$ 300 mil.
Leia mais:
Principais doadores de Taques são empresários do agronegócio












