DO REPÓRTERMT
Sete em cada dez eleitores afirmam que Mato Grosso está seguindo um bom caminho, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (11).
De acordo com o levantamento, 70% dos entrevistados avaliam positivamente os rumos do Estado. Outros 19% consideram que Mato Grosso está seguindo um caminho ruim, enquanto 12% não souberam responder.
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A diferença entre as avaliações positivas e negativas deixa Mato Grosso com saldo favorável de 51 pontos percentuais.
O cenário estadual contrasta com a percepção dos entrevistados sobre o Brasil. Para 63%, o país está seguindo um caminho ruim. Outros 35% acreditam que o Brasil está no rumo certo e 2% não souberam responder.
No cenário nacional, a diferença entre as respostas positivas e negativas representa saldo negativo de 28 pontos. A distância entre o resultado de Mato Grosso e o registrado pelo país chega a 79 pontos percentuais.
Cenário favorável à continuidade
A avaliação positiva sobre os rumos de Mato Grosso ocorre em meio à disputa pela sucessão do governador Mauro Mendes (União).
O resultado favorece politicamente o discurso de continuidade defendido pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato ao Governo do Estado e integrante da atual administração.
Na mesma pesquisa, Pivetta aparece com 30,8% das intenções de voto e está tecnicamente empatado com Wellington Fagundes (PL), que registra 34,4%. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Apesar do cenário favorável à continuidade, o índice de 70% não pode ser apresentado como aprovação direta a Mauro ou Pivetta. A pergunta feita aos entrevistados tratou exclusivamente da percepção sobre Mato Grosso estar seguindo um bom ou mau caminho.
Dados técnicos
A AtlasIntel ouviu 1.209 eleitores de Mato Grosso entre os dias 4 e 9 de setembro. As entrevistas foram realizadas por meio de recrutamento digital aleatório.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02766/2026.
A pesquisa foi realizada e financiada pela própria AtlasIntel, com custo declarado de R$ 65 mil.
A ficha apresentada inicialmente ao TSE previa 1.200 entrevistas, enquanto o relatório final informa 1.209 respondentes. A diferença documental é de nove entrevistas.













