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13 de Junho de 2019, 09h:10 - A | A

PODERES / TENTA READMISSÃO

Mauro pede novo parecer da PGE sobre demissão de ex-Secopa

Maurício Guimarães foi exonerado após Processo Administrativo Disciplinar por omissão no acompanhamento das obras do VLT.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



Em despachos publicados no Diário Oficial do Estado, que circula nesta quinta-feira (13), o governador Mauro Mendes (DEM) pediu que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) analise e emita parecer sobre dois pedidos de reconsideração feitos pelo ex-secretário da Secretaria Extraordinária da Copa (extinta Secopa), Maurício Guimarães, e seu então secretário-adjunto Alysson Sander de Souza.

A demissão de Guimarães e a suspensão de Alysson são referentes a processos administrativos coordenados pela Controladoria Geral do Estado (CGE), que apontaram omissão do ex-secretário e do assessor no acompanhamento das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

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A CGE concluiu que Maurício deveria ter adotado medidas para penalizar o consórcio VLT, ainda em 2013, nos primeiros sinais de inexecução da obra, que era preparatória para o mundial de 2014.  O processo também apontou falhas de condução por parte do ex-gestor em outras obras de mobilidade urbana comandada pela Secopa.

Com isso, o ex-secretário pereceu o cargo de auditor da Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT) e o salário de R$ 33 mil.

“Recebo o presente Pedido de Reconsideração tão somente em seu efeito devolutivo, conforme previsão expressa no art. 77, parágrafo único da Lei nº 7.692/2002, e, determino o encaminhamento à Procuradoria-Geral do Estado para conhecimento, análise e manifestação, visando subsidiar decisão desta Governadoria, nos termos do que prevê o art. 79 da Lei n. 7692/2002”, destaca trecho do despacho sem estipular prazo para conclusão da análise.

O pedido não tem efeito suspensivo e, por isso, a demissão de Guimarães continua valendo.

Antes do pedido de reconsideração, Guimarães tentou reverter a decisão do Palácio Paiaguás por meio de um mandado de segurança cível, alegando fundamentação inclusiva do Governo, a respeito do processo administrativo (PAD) por ato de improbidade, praticado em cima dos contratos das obras para a Copa do Mundo de 2014. No entanto, teve o pedido negado pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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Benedito costa 15/06/2019

Processo que originou a demissão desse funcionário, foi muito bem conduzido com as.prpvas apresentadas e decididas por um corpo de funcionários a princípios imparciais. Portanto se ele quer voltar que entre na justiça.

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1 comentários