RepórterMT

Para Dilmar Dal Bosco, a “manobra” da oposição é uma “obstrução” à sociedade mato-grossense.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (DEM), afirmou nesta quarta-feira (18) que a oposição ao governador Pedro Taques (PSDB) não está preocupada com o Estado, apenas com o “próprio umbigo”.
“Temos que ter responsabilidade porque a PEC não é para o governador Pedro Taques, é para o Estado. Eles [oposição] estão pensando no próprio umbigo e não em Mato Grosso e sua população. Só querem causar tumulto, segurando a votação da PEC por vistas”, criticou Dilmar.
As críticas de Dilmar foram feitas devido ao mandado de segurança dos deputados Janaina Riva (PMDB), Alan Kardec e Valdir Barranco, ambos do PT, concedido pelo Tribunal de Justiça, determinado a suspensão da tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto de Gastos por cinco dias.
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“Temos que ter responsabilidade porque a PEC não é para o governador Pedro Taques, é para o Estado. Eles [oposição] estão pensando no próprio umbigo e não em Mato Grosso e sua população. Só querem causar tumulto, segurando a votação da PEC por vistas”, criticou o parlamentar.
Para ele, a “manobra” da oposição é uma “obstrução” à sociedade mato-grossense, já que a PEC deve proporcionar economia aos cofres públicos prevista em R$ 1,3 bilhão, que podem ser destinados a investimentos e custeio.
“Isso é obstruir direito do Estado, direito do cidadão de ter os atendimentos de qualidade. Estamos chegando num caos, hoje recebi a notícia de que paralisaram o Hospital Regional de Diamantino, que não tem recurso. O Governo está com ICMS para os municípios em débito, não conseguimos repassar. Conversei com secretário de Fazenda pra ver se a gente consegue repassar essa semana. Se não, os municípios começam a não pagar seus compromissos”, pontuou Dilmar.
O parlamentar declarou que a decisão judicial deve ser respeitada, porém vai pedir que o presidente da Casa, Eduardo Botelho (PSB), recorra e busque reverter o mandado de segurança.
“Esses atrasos podem provocar o atraso na aprovação final da PEC, que deve ser promulgada até o final de novembro. Caso contrário, o Governo até pode tentar justificar impedimento legislativo para garantir a renegociação da dívida com a União, mas o ideal é que a proposta seja aprovada em tempo hábil”, concluiu o líder do Governo.















Lima 18/10/2017
Como como cidadão pagador de Impostos faço o seguinte comentário acerca desta PEC. A dívida de 1 bilhão de reais com a União é uma merreca comparada com as perdas da LEI KANDIR. É simples, é só imitar o Governo de MS, não aplicar mais a LEI KANDIR em MT. Aí sim, a crise em MT acaba e acaba também a precarização dos serviços públicos em andamento em MT e os pagadores de Impostos mais pobres agradecerão. Governador Pedro Taques, você vai continuar protegendo os super privilégios dos poderosos de MT?
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