RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
O deputado Dilmar Dal Bosco (DEM) - líder do governador Pedro Taques (PSDB) na Assembleia Legislativa – afirmou ser contra a proposta do Governo do Estado em cortar 20% do duodécimo e pediu que os poderes e instituições rejeitem a medida para conseguir pagar a parcela de U$ 32 milhões referente à dívida de Mato Grosso com o Bank of América.
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“Não concordo, até porque o duodécimo já vem com congelamento desde 2016”, disse o líder.
A proposta feita pro Taques aos representantes os poderes, na última segunda-feira (28), prevê que o Governo não pague o custeio referente ao mês de janeiro e retire uma porcentagem do duodécimo nos próximos quatro meses, mesmo tendo atrasado R$ 197 milhões em repasse nos três anos.
“Não concordo, até porque o duodécimo já vem com congelamento desde 2016”, disse o líder.
O deputado declarou ainda que o Palácio Paiaguás já deixou repassar R$ 400 milhões a mais desde que o Legislativo deixou de aplicar o reajuste em cima da arrecadação que teve crescimento.
“Vejo que quem já perdeu foi a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado, a Defensoria Pública".
“Vejo que quem já perdeu foi a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado, a Defensoria Pública. Todos cederam. Aprovamos a PEC do Teto de Gastos que determinava o pré-congelamento. De 2015 para 2016 colocamos o repasse no mesmo valor para os poderes”, observou Dilmar.
Para Dilmar, os poderes devem rejeitar a proposta do Executivo porque todos já contribuíram muito com o Estado.
“Acho que os poderes nem têm que aceitar mesmo, até porque já tiveram congelamento, aceitaram as modificações que o Governo mandou na PEC. Todo mundo já cedeu”, concluiu.















