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Ciro Gomes afirmou que o PDT terá um nome em chapa majoritária, seja com candidato ao Governo ou ao Senado.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT) afirmou que o partido terá candidatura majoritária em Mato Grosso e fará forte oposição ao governador Pedro Taques (PSDB), a quem ele se referiu como uma “decepção”, pelo fato de ter deixado a sigla e ingressado no partido tucano.
Ciro participou da convenção estadual do PDT nesta sexta-feira (24), em Cuiabá, e comentou que partido tem bons nomes para a disputa ao Governo do Estado, nas eleições de 2018
Ciro participou da convenção estadual do PDT nesta sexta-feira (24), em Cuiabá, e comentou que partido tem bons nomes para a disputa ao Governo do Estado, nas eleições de 2018, entre os mais cotados, estaria o deputado estadual Zeca Viana, que foi um dos principais apoiadores de Taques.
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Taques foi eleito governador, em 2014, pelo PDT, no entanto, se desfiliou do partido, em 2015, migrando para o PSDB.
“Nós tivemos uma frustração muito grande no PDT e, mesmo eu que chego depois, encontro uma decepção no partido, que parece estar em linha com a decepção da maioria do povo de Mato Grosso, com a eleição do atual governador. Agora, vamos tentar organizar aqui uma grande frente que devolva Mato Grosso ao que merece”, disse o presidenciável.
Apesar de considerar Zeca Viana como um dos nomes para a disputa eleitoral com Taques, que deve buscar a reeleição, Ciro pontuou que o entendimento não está fechado e que o deputado tem autonomia para construir o projeto no Estado.
O PDT, no entanto, deve buscar compor chapa majoritária, seja com candidato ao Governo ou ao Senado, dentro de um arco de alianças, que ainda deve ser formado.
“O Zé representa nosso partido aqui e tem autonomia dentro desse campo onde nós atuamos, para se entender com todas as forças para que se organize uma frente grande, assentada no novo projeto para Mato Grosso e que tenha conexão com o projeto nacional que vamos desenvolver”, afirmou Ciro.
Ainda que garanta que a direção estadual terá autonomia para formar as alianças, o pré-candidato deixou claro que as direções estaduais deverão se submeter à Nacional, que dará o aval a respeito das chapas.














