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16 de Dezembro de 2013, 08h:36 - A | A

OPINIÃO /

As eleições e o futuro governador

As ações do governo interferem diretamente na vida do povo

WILSON CARLOS FUÁH



O Estado de Mato Grosso, está a procura de um governador para liderar as ações da administração pública por quatro longos anos.

Todas as ações do governo interferem diretamente na vida do povo, por isso, a cada nova eleição nasce uma nova onda de esperança e expectativa pela melhor escolha direcionada a uma liderança iluminada e que necessariamente tenha as características para ser o candidato escolhido:

1 - maturidade para aglutinar gestores experientes e políticos éticos para auxiliar na política de desenvolvimento, não privilegiando somente os setores já fortificados;

2 - que o equilíbrio seja o ponto forte das suas decisões, não se transformando em “manda chuva” e “sabe tudo”, mas sim, ouvindo a voz da experiência e das ruas;

3 - que tenha a visão clara sobe do Estado como um todo, e que possa inspirar as pessoas empreendedoras a lutar contra as descrenças momentâneas do mercado, buscando a atitude vocacional do setor produtivo e fomentando o crescimento sustentável;

4 - que saiba traçar planejamento para todos os setores, baseado no estilo inovador de cada um, buscando visualizar e antever os resultados antes mesmo da expectativa da realização;

5 - e que tenha a plena consciência que existem muitos problemas na fila, a espera daquele que ao se eleger entenda que as dificuldades e os obstáculos, fazem parte do seu desafio, transformando-os em crenças verdadeiras na inspiração coletiva, espalhando sempre as vibrações positivas por todo o Estadão de Mato Grosso.

Esse líder iluminado com essas 05 características, não está a venda em bancas de revistas e algum filósofo até dirá esse cara só aparece de 100 a 100 anos.

Enquanto isso, o grupo governista composto pelo PMDB, PSD, PT e PR ainda não definiu pelo nome do pré-candidato ao cargo de governador. Estão a espera pela candidatura do melhor nome que seria o do ex-govenador Maggi, e com isso, estão no laboratório político das possíveis candidaturas, desenvolvendo o exercício da manipulação do enorme balão de ensaio: uma hora é Julier Sebastião da Silva, outra hora é Francisco Tarquínio Daltro e quem sabe o Lúdio Cabral.

O certo mesmo, é que os dias vão passando e o tempo não espera por conexão sem objetivos ou por indecisões não conectadas em propósitos com base em planejamento previamente traçado.

Definido mesmo, só existe o pré-candidato Pedro Taques. E que a muito já está na estrada desenvolve o trabalho para construção de uma base forte. Apesar de alguns “cientistas político” acharem o Senador Pedro Taques não é aglutinador, mas na verdade o que se constata é o contrário.

Os partidos considerados de oposição, já estão construindo uma grande aliança, compondo aglutinação tendo as suas ações capitaneadas pelo PDT, alinhavando composição com o PSB, PTB, PPS, PV, DEM e PSDB.

Como todo brasileiro tem um pouco de: treinador de futebol, cientista político e louco, também vou fazer minha previsão. - Se o pré-candidato Pedro Taques, conseguir administrar as vaidades e definir as candidaturas pelas vagas de Vice e para o Senado, trazendo o PR para a sua composição, sabendo administrar a escassez das vagas em relação aos postulantes como: Wellington Fagundes, Jaime Campos e Serys Slhessarenko, que sabidamente desejam ser candidatos ao Senado, além de colocar uma pá de cal na expectativa da situação, que estão a esperar infinitamente pela candidatura do ex-governador Maggi, em resumo se o PR aliar ao PDT, a balança pesará para um lado só, e se isso acontecer: “terim fechou balaio”

Mas no jogo político tudo pode acontecer, e nesta montagem das alianças partidárias é preciso muita flexibilidade que é o fator chave para aglutinar pessoas e partidos com objetivos, projetos e vaidades cegas por cargos principalmente para Vice e Senador.

Cabe como decisão final a cada candidato ao Governo, sem perder a essência da sua liderança, procedendo como uma esponja, adaptando ao momento certo para absolver ou descartar as composições, e retornando ao estado inicial, sabendo aproveitar ou descartar o melhor ou o pior quadro que se apresenta a sua frente. 

Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em Administração Financeira e Recursos Humanos.

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