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22 de Janeiro de 2017, 17h:00 - A | A

ENTREVISTA / MEDIDAS IMPOPULARES

Líder do Governo quer pressa nas reformas e nos cortes de gastos

Dilmar Dal' Bosco diz que Taques quer evitar que MT vire um Rio de Janeiro, que não consegue pagar nem salários

RepórterMT

Como líder do Governo, Dilmar Dal' Bosco tem a missão de convencer os deputados a aprovarem as medidas impopulares

Como líder do Governo, Dilmar Dal' Bosco tem a missão de convencer os deputados a aprovarem as medidas impopulares

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), disse, em entrevista ao , que as propostas consideradas impopulares, porém prioritárias para o Palácio Paiaguás, devem ser aprovadas até março deste ano.

São medidas que, segundo ele, vão evitar que o Estado "quebre".

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Entre as medidas, estão o teto para os gastos públicos, as reformas previdenciária, tributária e administrativa do Estado, além do corte de até 20% no número de cargos comissionados do Governo. 

“As reformas previdenciária, que está inclusa no teto de gastos, e a tributária, são consideradas extremamente importantes para que o Estado possa arrecadar”, destacou.

Para o deputado, as propostas precisam ser aprovadas pelo Legislativo em breve e, por isso, é necessário um entendimento rápido com as classes e as categorias que serão afetadas pelas mudanças.

Isso, segundo ele, já ocorreu na discussão sobre a criação do novo Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), em dezembro de 2016.

“Nós avançamos porque conseguimos o entendimento com o setor produtivo, para que a aprovássemos a matéria, que terá vigência em 2017. Com isso, vamos conseguir melhorar arrecadação e investir ainda mais nas rodovias”, afirma Dal'Bosco.

O parlamentar disse que a aprovação das reformas vai evitar que o Estado quebre e não se torne "um Rio de Janeiro", que, atualmente, tem dificuldade para quitar salários dos servidores e fazer investimentos em obras prioritárias.

“As reformas previdenciária, que está inclusa no teto de gastos, e tributária, são consideradas extremamente importantes para que o Estado possa arrecadar”, destacou.

Dilmar Dal'Bosco defendeu, ainda, que os demais poderes chamem o Governo para conversar sobre o assunto e contribuam com a redução de despesas.

“Isso não pode ser apenas função do Executivo. O Legislativo e o Judiciário, todos nós, precisamos discutir como vai ficar a lei [de teto de gastos]”, observou o parlamentar.

Resposta

Para dar uma resposta a vários segmentos da sociedade, segundo Dilmar Dal'Bosco, o governador Pedro Taques (PSDB) prepara a chamada reforma administrativa, que também será votada pela Assembleia, em, no máximo, dois meses.

O projeto reduz cerca de 20% dos cargos comissionados, na estrutura administrativa do Estado.

A medida tem como meta evitar o "estouro" da Lei de Responsabilidade Fisca (LRF)l.

“As secretarias de Administração e de Planejamento estão fazendo um esboço de como será o formato da reforma, que diminui o número de cargos comissionados, possibilitando um avanço da economia”, disse.

Na entrevista,  o parlamentar também nega que as contas do Governo tenham irregularidades, como apontou a deputada Janaina Riva (PMDB).

Veja a íntegra da entrevista do deputado Dilmar Dal'Bosco:

 

 

 

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alexandre 01/02/2017

lá vem o golpe ? porque pagamos FAP, porque pagamos mega aposentadorias, o problema está no regime antigo, quem entrou depois de 2001 o regime está superavitário, se o governo comeu o dinheiro das aposentadorias dos antigos, porque eu tenho que pagar mais pra ter menos beneficios ? já que não aposentamos com 100% ?

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Trabalhador competente do governo 23/01/2017

Cortar mordomia que deputado tem....o RGA pago adiantado pros servidores da assembleia....reduzir o enorme duodécimo da assembleia que tem que ser pago com dinheiro em caixa ou não....disso o nobre deputado não fala....sempre desviando foco....essa é a maior competência de um deputado.....aos cidadãos que concordam com essas asneiras e acham que servidor público ganha muito e trabalha pouco aguardem....greve geral vira

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Luciano 22/01/2017

Só estamos nessa situação pela incompetência absurda desse governador. Que sequer deu conta de executar vários projetos federais que estavam em caixa e teve que devolver pra União principalmente da secretaria de segurança e agora vem com essa conversinha fiada. Esse foi seu 2 anos de governo perseguiu empresários e afugentou investimentos em Mato Grosso

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