RepórterMT

Francielle Claudino Brustolin é procuradora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sub-procuradora da Procuradoria Especial da Mulher da ALMT
ANA CRISTINA VIEIRA
DO REPÓRTERMT
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) consolidou sua atuação na linha de frente do combate à violência contra a mulher no estado e busca expandir essa estrutura para todos os municípios mato-grossenses. Em entrevista ao
, a procuradora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sub-procuradora da Procuradoria Especial da Mulher da ALMT Francielle Claudino Brustolin, defendeu o fortalecimento do Poder Legislativo como agente ativo na rede de proteção e acolhimento às vítimas.
"Antes a Assembleia Legislativa estava fora da rede, estava fora das discussões importantes relativas à violência contra a mulher. Hoje ela está na linha de frente e esse movimento pode ser feito por todas as câmaras municipais e deve ser feito", afirmou a subprocuradora.
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Ela ressaltou que a iniciativa serviu de modelo para o país e que o objetivo atual é interiorizar o atendimento, incentivando que os parlamentos municipais também implementem suas procuradorias dedicadas à pauta.
"A Assembleia Legislativa deu um exemplo pro Brasil inteiro montando esse projeto aqui. É um projeto que veio da Câmara Federal, foi montado aqui e hoje a gente serve de exemplo para muitos estados. E aqui em Mato Grosso a gente tem condição de ter 142 procuradorias municipais, porém ainda temos 55", pontuou.
Para ampliar a cobertura e garantir que mais mulheres tenham acesso ao atendimento especializado perto de onde moram, a Procuradoria da ALMT tem prestado apoio técnico às Câmaras que desejam estruturar o órgão.
"A gente faz esse trabalho de fomento, conversamos com as câmaras municipais diariamente, apresentamos as soluções, como que faz para montar. A gente presta todo o suporte aqui na Assembleia, inclusive atendendo mulheres do Mato Grosso inteiro. Então a gente pode dar a mão para qualquer município que queira montar na sua Câmara uma Procuradoria da Mulher e ter a Câmara posicionada na pauta da mulher na rede de enfrentamento aí do seu município", explicou Franciele.
A subprocuradora destacou ainda que a pauta deve ser abraçada por todos os parlamentares, independentemente do gênero, reforçando o compromisso coletivo dos representantes públicos com a proteção social.
Confira o vídeo:
Confira a entrevista completa:














