RepórterMT/Vanessa Moreno

Augusto Cury em Cuiabá não teve apoio do candidato ao Senado pela sua legenda, Antônio Galvan, que faz campanha para Flávio Bolsonaro.
DO REPÓRTERMT
A passagem relâmpago do escritor, psiquiatra e candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) por Cuiabá hoje (24) evidenciou um cenário de isolamento político. Sem contar com o respaldo de nenhuma liderança estadual expressiva, o presidenciável realizou um verdadeiro voo solo na disputa, sem palanque alinhado com candidatos ao governo, à Câmara dos Federais ou à Assembleia Legislativa.
O distanciamento político ficou evidente dentro da própria sigla do candidato. O ex-presidente da Aprosoja e candidato ao Senado por seu partido, Antônio Galvan, não acompanhou a agenda de Cury em Cuiabá. Galvan pede votos para Flávio Bolsonaro (PL).
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
Questionado durante a coletiva de imprensa sobre a falta de alinhamento com os correligionários locais, Cury adotou um tom de serenidade e atribuiu a situação a um suposto desconhecimento de suas propostas por parte dos aliados. "Se ele [Galvan] apoia o Flávio Bolsonaro, é porque ele não me conhece. Se ele conhecesse as minhas pautas, o discurso que ouviram, certamente ele estaria comigo. Eu sou uma opção muito melhor para o Brasil do que o Flávio Bolsonaro", declarou o candidato.
Com a solidão eleitoral e sem o respaldo das estruturas partidárias tradicionais no estado, Cury tentou mudar de assunto do nada antes de um breve passeio pelo Shopping Popular após mais de 3 horas de atraso para início da coletiva de imprensa. "Eu sou apaixonado pelo calor, viu? Eu prefiro muito mais o calor do que o frio".
Veja o vídeo:













