RepórterMT

O presidente da Assembleia defendeu o trabalho para a retomada das obras, que vem sendo feito pelo governo
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), acredita que o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) só será viável financeiramente daqui 15 anos. Até lá, segundo ele, será preciso que o Governo do Estado subsidie o novo modal de transporte coletivo.
“Hoje é uma obra inviável. Acho que ela vai ser viabilizada daqui 15 anos, mas hoje não é uma solução de transporte. A hora que estiver tudo funcionando, o governo ainda vai ter que subsidiar, porque o VLT não se toca sozinho”, afirmou Botelho, em entrevista para o programa Conexão Poder.
Ele calcula que o subsídio necessário ficará em torno de R$ 50 a R$ 70 milhões ao ano.
“Dinheiro que poderia ir para a saúde, infraestrutura, mas que vai ter que jogar no transporte coletivo. Essa é uma realidade e não tem outra saída”, pontuou o parlamentar.
Ele revelou que o estudo apresentado para a implantação do modal não correspondia à realidade, reafirmando a necessidade de subsídio para que ele se torne economicamente sustentável.
“Dinheiro que poderia ir para a saúde, infraestrutura, mas que vai ter que jogar no transporte coletivo. Essa é uma realidade e não tem outra saída”, pontuou o parlamentar.
“O custo que apresentaram à época para o VLT, só na cabeça daquelas pessoas. Fizeram um estudo fajuto dizendo que era sustentável. Não é, mas agora tem que tocar, não tem mais jeito”, declarou Botelho.
O presidente da Assembleia ainda defendeu o trabalho para a retomada das obras, que vem sendo feito pelo governo, especificamente pelo secretário de Cidades, Wilson Santos (PSDB).
“O governo esta fazendo um trabalho muito grande para resolver a questão, que está judicializada. Tanto pela Justiça estadual quanto federal. Então não depende do governo nem do Wilson. Porque se dependesse já estava em andamento”, argumentou.
O deputado disse ainda que a retomada das obras do VLT são uma das prioridades do Governo do Estado.
“Temos que entender que destruíram a cidade, então o governo não tem como pegar esse R$ 1 bilhão que já foi gasto e jogar fora. Não dá pra falar vamos esquecer isso aqui. Ninguém aceitaria. E o pior ainda está por vir, porque a mobilidade vai ficar ainda mais complicada quando o VLT estiver funcionando”, sentenciou o parlamentar.
“Temos que entender que destruíram a cidade, então o governo não tem como pegar esse R$ 1 bilhão que já foi gasto e jogar fora. Não dá pra falar vamos esquecer isso aqui. Ninguém aceitaria".
Ele citou como exemplo os semáforos que deverão ser instalados por todas as avenidas de Cuiabá e Várzea Grande por onde passar o modal. “Vias de trânsito rápido terão um semáforo aqui, outro mais adiante, para permitir a passagem do trem. Vai ser um transtorno”, explicou.
Mesmo diante das dificuldades, Botelho não acredita que a finalização do VLT seja uma questão decisiva para uma possível reeleição de Pedro Taques, em 2018. Para ele, Taques tem chance de permanecer como governador no próximo mandato, independente da retomada das obras.
O Governo do Estado garantiu a retomada das obras ainda no primeiro semestre deste ano.














Consciente 27/03/2017
Jeferson Matos, concordo contigo, mas para ser mais preciso ainda, Cuiabá com 600.000 habitantes e Várzea Grande com 300.000. Portanto, são 900.000 habitantes, obrigados a ouvir de um empresário e político irresponsável e alheio aos interesses coletivos, uma m... de opinião esdrúxula dessa! Só no Brasil mesmo viu! Mas, também, quem manda o eleitor votar nesse tipo de político!!! E ao Sr. Carlos Nunes, que defende a opinião do Botelho, devia sugerir o VLT magnético a ele, pra ver se ele iria concordar contigo. Afinal, Botelho só entende de buzão e não de VLT, nem magnético, nem elétrico, e com certeza não defenderia nenhum dos dois modais em Cuiabá.
Consciente 27/03/2017
Jeferson Matos, pra ser mais preciso ainda, Cuiabá com 600.000 habitantes e Várzea Grande com 300.000. Portanto, são 900.000 habitantes, obrigados a ouvir de um empresário e político irresponsável e alheio aos interesses coletivos, uma m... de opinião esdrúxula dessa! Só no Brasil mesmo viu! Mas, também, quem manda o eleitor votar nesse tipo de político!!!
Rogerinho 27/03/2017
Se meu irmão fosse dono de Empresas de ônibus, eu pensaia da mesma maneira.
JEFERSON MATOS 27/03/2017
Como qualquer cidadezinha na europa consegue manter o VLT e Cuiabá com quase 600 mil habitantes a coisa não é viável? Papo de empresário de transporte coletivo.
EDSON RODRIGUES MARQUES 27/03/2017
CLARO QUE ESSE DEPUTADO VAI SEMPRE FALAR QUE O VLT E INVIAVEL , POIS O MESMO E EMPRESARIO DE ONIBUS NE .
Carlos Nunes 27/03/2017
Puxa vida! Finalmente apareceu um que acordou...da hipnose da Copa 2014. Faz algum tempo, o Dr. Ruy Ohtake, especialista em VLT, depois de percorrer o trecho da Obra, disse, segundo o site Olhardireto, "essa obra para fazer BEM FEITA vai demorar mais de 4 anos." Abrir uma cidade de ponta a ponta custa caro, é demorado, e é difícil de fazer. O BEM FEITA do Dr. Ohtake é bem feita mesmo. Chutando na trave, uma obra como essa não sai por menos de 2 BILHÕES DE REAIS. Barato é só obra Marca Vote, onde depois de pronta os entendidos examinam e dizem: Vote! Quem é que fez essa porcaria. No Rio de Janeiro já começam a fabricar o NOVO VLT, movido a Magnetismo, que gasta só um terço da energia que o nosso espanhol, nem precisa abrir toda a cidade, pois com o Magnetismo fica mais leve e economiza no Alicerce. O VLT Magnético vai tornar o VLT Elétrico anti-econômico brevemente, que ficará ultrapassado. Máquina é assim mesmo...a gente compra este ano um carro, como o mais moderno, um ano ou dois depois, já aparece outro que o supera em tudo. Antigamente a gente dizia: só falta falar, hoje já fala, amanhã quem sabe voa. É a evolução das máquinas pela tecnologia. Pois é, quando contaram pra um senhor bem humilde sobre o VLT, ele depois de matutar muito com a sua sabedoria popular, debaixo de um pontinho de ônibus da periferia, caindo aos pedaços, arrematou: VLT? Não vai funcionar, é muito complicado! Esse senhor humilde, que não é doutor, viu longe...Qualquer pessoa que estivesse debaixo de um pontinho de ônibus da periferia, caindo aos pedaços, pensaria: Puxa vida! Se não conseguem manter nem pontinho de ônibus, porque nunca sobra dinheiro pra Saúde, pra Educação, pra Segurança, e para setores mais essenciais para o povo...vão torrar Milhões ou Bilhões no VLT. Não deviam é ter deixado o Silval comprar as composições milionárias do VLT, porque de VLT ele não entendia bulhufas.
iracildo 27/03/2017
ESSE BOTELHO CRITICA PELO SIMPLES FATO DE QUE O MESMO É PROPRIETÁRIO DE EMPRESA DE ONIBUS, UMA VEZ QUE O SEU PODER DE GANHOS DIMINUIRÁ
7 comentários