Conexão Poder

Otaviano Pivetta afirmou que o ritmo de reformas continuará acelerado para suprir as demandas da sociedade.
ANA CRISTINA VIEIRA
DO CONEXÃO PODER
Em entrevista ao Conexão Poder, o governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), apontou que após grandes investimentos em infraestrutura e na construção de unidades de saúde, o Estado entra em uma nova fase, em que a prioridade agora deve ser o atendimento direto à população e o aprimoramento na prestação dos serviços públicos essenciais.
“Nós passamos por um ciclo de muitos investimentos em construção. Por exemplo, estrada: nós só tínhamos 6.300 quilômetros de estradas pavimentadas num estado que tem 32 mil quilômetros de rodovias. Num estado que tinha feito 6.300 quilômetros em 271 anos, em 8 anos nós estamos fazendo 7 mil quilômetros. Precisava fazer para levar o desenvolvimento, para levar infraestrutura para todos os cantos do estado”, apontou.
Na área da saúde, Pivetta destacou a carência estrutural enfrentada no passado e detalhou a expansão da rede pública em polos estratégicos de Mato Grosso.
“Hospitais: nós não tínhamos, o setor público não tinha hospital nem em Cuiabá e nem no interior. Nós estamos construindo quatro nos polos regionais, mais esses dois de Cuiabá, o Central, que já inauguramos, e o Júlio Muller, que é aqui na saída para Santo Antônio, que nós vamos inaugurar em breve”, ressaltou.
Com a consolidação dessas estruturas, Pivetta explicou que a atenção passa a ser direcionada ao fim do tempo de espera por exames e procedimentos.
“Mas agora é hora de cuidar das pessoas, é hora de aumentar a oferta dos serviços. Nós determinamos que ninguém pode ficar mais em fila para diagnóstico e fila de cirurgias, filas de consultas com especialistas para qualquer tratamento”, afirmou.
Ele acrescentou que os resultados das ações integradas de atendimento já registram avanço significativo e citou a parceria para a administração de unidade hospitalar do estado.
“Por isso nós contratamos o Einstein, que é a melhor organização de gestão hospitalar do Brasil, para fazer a gestão do Hospital Central e trazer para Mato Grosso esse know-how de alta complexidade que não tinha até então. E isso muda conceitualmente todo o serviço de saúde de alta complexidade, inclusive o privado. Essa é a função do Estado, é elevar a autoestima da sociedade. Nós estamos fazendo essa transformação”, explicou.
Confira trecho da entrevista:












