Cuiabá, 16 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
16 de Setembro de 2026

16 de Setembro de 2026, 08h:00 - A | A

CONEXÃO PODER / PULSO FIRME

Pivetta afirma que escolas estavam tomadas por desordem antes do modelo cívico-militar

Governador comentou que o currículo pedagógico não sofre interferência militar e destacou a segurança no ambiente escolar em MT.

Conexão Poder

Para Pivetta, a ausência de diretrizes de convivência prejudica o aprendizado e a rotina dentro das instituições de ensino.

Para Pivetta, a ausência de diretrizes de convivência prejudica o aprendizado e a rotina dentro das instituições de ensino.

ANA CRISTINA VIEIRA
DO CONEXÃO PODER



Em entrevista ao Conexão Poder, o governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), defendeu a expansão do modelo de ensino cívico-militar no estado e apresentou sua visão sobre o conceito de educação libertadora.

Educação libertadora é a educação que transfere conhecimento para o aluno suficiente e necessário para que esse aluno saia do ensino médio com o preparo necessário para ingressar no primeiro emprego, para ter uma profissão, para ter deslanchando a sua vocação numa escola que tenha disciplina, hierarquia, respeito e ordem, declarou.

Para Pivetta, a ausência de diretrizes rígidas de convivência prejudica o aprendizado e a rotina dentro das instituições de ensino.

Sem esses valores, disciplina, hierarquia, respeito e ordem, não se faz nada, nem educação. As nossas escolas estavam tomadas por desordem e por desmandos que precisou mudar para dar um basta nisso, argumentou.

Ao abordar a origem do modelo na rede estadual, Pivetta ressaltou que a transição atendeu a uma demanda direta das famílias e contou com respaldos legais do Poder Legislativo.

Quem pediu para transformar nossas escolas em cívico-militar, foi uma lei que nós aprovamos na Assembleia Legislativa, quem pediu foi a comunidade escolar, foram os pais de alunos, os pais que não podiam com seus filhos, afirmou.

O gestor esclareceu os limites de atuação dos agentes militares nas unidades estaduais, reforçando que o plano pedagógico permanece inalterado sob o comando dos professores.

No currículo escolar não muda nada, continua sendo a mesma coisa. O que muda é que nós temos presente nessas escolas oficiais da reserva da nossa Polícia, Corpo de Bombeiros, Exército, Marinha, oficiais que tem uma autoridade de ter servido as forças de polícia ou do Exército e carregam consigo a cultura de ensinar esses valores, civismo, que tinha se perdido também, explicou.

Pivetta destacou o impacto positivo da medida no cotidiano dos profissionais que atuam na rede de ensino.

“Além do conforto e da segurança que esses oficiais levam para professoras, professores, trabalhadores da rede escolar, está todo mundo feliz onde tem escola cívico-militar. Isso que importa, concluiu.

Confira trecho da entrevista:

Confira entrevista completa:

Comente esta notícia