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26 de Julho de 2013, 14h:00 - A | A

CIDADES / SISTEMA PRISIONAL

Agentes paralisam atividades; visita a detentos está suspensa

Para tentar contornar a situação, o titular da Sejudh, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, instaurou uma comissão de gerenciamento de crise dentro da secretaria

ALINE FRANCISCO, da Redação

A paralisação dos servidores afeta as 64 unidades prisionais de todo o Estado (Foto: Reprodução)

A paralisação dos servidores afeta as 64 unidades prisionais de todo o Estado (Foto: Reprodução)

ALINE FRANCISCO, da Redação



Mesmo com as negociações em andamento entre a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e os agentes penitenciários, a categoria deu continuidade ao movimento de greve e paralisam as atividades nesta sexta-feira (26) por tempo indeterminado.

Para tentar contornar a situação, o titular da Sejudh, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, instaurou uma comissão de gerenciamento de crise dentro da secretaria. A comissão é formada por representantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), e as secretarias de Estado de Segurança Pública e Justiça e Direitos Humanos.

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A comissão vai discutir quais os melhores passos para solucionar as crises enfrentadas dentro da secretaria, e segundo o secretário, a greve dos servidores será discutida até mesmo no final de semana, com o intuito de encerrar o movimento. “Vamos buscar as melhores alternativas para encerrar a paralisação. O governo apresentou uma proposta, mas para que houvesse uma discussão, o Sindicato deveria apresentar uma contraproposta, e isso ainda não aconteceu”, declarou durante entrevista nesta quinta-feira (25).

A paralisação dos servidores afeta as 64 unidades prisionais de todo o Estado. Durante a greve, as visitas de familiares e advogados aos presos serão suspensas por parte dos agentes. No entanto, o secretário da Sejudh, garantiu que Policiais Militares vão garantir o direito dos presos.

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