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24 de Setembro de 2026

16 de Janeiro de 2026, 13h:40 - A | A

POLÍTICA / POR AUMENTO DE SALÁRIO

Servidores da Justiça de Mato Grosso entram em greve a partir do dia 21

Primeiro dia de paralisação deverá ser marcado por marcha no Centro Político Administrativo, em Cuiabá

Reprodução

Rosenwal Rodrigues encabeça luta dos servidores do Judiciário por aumento salarial

Rosenwal Rodrigues encabeça luta dos servidores do Judiciário por aumento salarial

VANESSA MORENO
DO REPÓRTERMT



Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso confirmaram o início da greve na próxima quarta-feira (21). A categoria reivindica aumento de 6,8% nos salários, abrangendo todas as classes e níveis, além de ajustes no plano de carreiras. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), Rosenwal Rodrigues, para marcar o primeiro dia da paralisação haverá uma marcha às 8h pelas ruas do Centro Político Administrativo, em Cuiabá. A concentração deve ocorrer em frente à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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A manifestação deve contar com a participação de outros sindicatos e associações, como do Tribunal de Contas, do Ministério Público e dos Analistas Judiciários. A decisão pela realização da marcha foi tomada após reunião realizada nessa quinta-feira (15), na Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FESSP-MT).

Os servidores reivindicam o reajuste desde o início de setembro do ano passado, quando o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) enviou à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa acréscimo de 6,8% nos salários dos servidores efetivos do Judiciário, abrangendo todas as classes e níveis. A proposta também contemplava ajustes no plano de carreiras.

Após adiamentos decorrentes de três pedidos de vista apresentados pelos deputados Beto Dois a Um (PSB), Dr. Eugênio (PSB) e Chico Guarnieri (PRD), o projeto foi votado e aprovado no dia 19 de novembro.

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Contudo, no dia 1º de dezembro, o governador Mauro Mendes vetou integralmente o projeto, sob a alegação de que o TJMT não apresentou estudos de impacto financeiro consolidados nem indicação de fonte de custeio permanente para sustentar o reajuste.

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Além disso, o governador afirmou que o aumento provocaria acréscimo estimado de R$ 1,6 bilhão por ano na folha de pagamento do Estado, abrindo precedentes para que outras categorias pleiteassem reajustes, o que geraria efeito cascata e impacto nas contas públicas.

No dia 3 de dezembro, a ALMT apreciou o veto do Governo do Estado e votou, de forma secreta, pela manutenção da suspensão do aumento. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e 10 contrários.

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O Sinjusmat chegou a tentar, por meio de um mandado de segurança com pedido de liminar no TJ, anular a sessão da AL que manteve o veto. Contudo, a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos negou o pedido, alegando que não há urgência para suspender a votação secreta, uma vez que a sessão já ocorreu e não causa danos imediatos ao direito do sindicato capazes de justificar a concessão da liminar sem uma análise mais aprofundada do caso.

A magistrada ressaltou que o assunto é complexo e que deve ser examinado com mais cuidado.

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Comente esta notícia

J A SILVA 18/01/2026

Poder judiciário MT e BRASIL, enquanto os grandes se locupletam e benefícios e vantagens, os meros servidores sofrem. JUDICIÁRIO BRASILEIRO VENAL, Corrupto d vagabundo.

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Um qualquer 17/01/2026

Para reevindicar aumento, aceitar propina e julgar por influência política ou de amizade estão super bem dispostos... já para atuar com a devida e verdadeira justiça, estão pouco é se importando.

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2 comentários